Michel Temer confirmou na última quarta-feira, dia 14 de setembro, que R$ 1 bilhão será repassado à área de #Saúde no Brasil, para a compra de medicamentos diversos, produção de vacina contra meningite e também para ajudar no custeio das muitas UPA's - Unidades de Pronto Atendimento, além das Santas Casas, presentes por todo o Brasil.

Um dos graves problemas do país, atualmente, está na saúde precária e o valor será de grande ajuda. Todo o dinheiro foi conseguido graças aos cortes feitos em cargos comissionados, além da redução de gastos com aluguel e também pela revisão de contratos que está possibilitando ao Brasil ter condições de transferir o dinheiro para áreas que pedem mais urgência.

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De acordo com o Ministério da Saúde, quase cem UPAs já estão confirmadas para receberem o valor de R$ 182 milhões por ano, já a partir do próximo mês. Cada uma receberá o valor de R$ 1,8 milhão por ano. Até as unidades que hoje sobrevivem sem contar com o apoio do #Governo, que, ao todo são 91, a partir de agora receberão um importante auxílio e poderão contar com dinheiro federal para ajudar nas despesas.

Ricardo Barros, ministro da Saúde, foi quem fez o comunicado referente à liberação do dinheiro que beneficiará tantos brasileiros. Ricardo estava acompanhado de Edson Rogatti que é presidente da "Confederação das Santas Casas e Hospitais e Entidades Filantrópicas", além da presença do próprio presidente do Brasil, Michel Temer.

Anualmente, mais de 200 Santas Casas por todo o país, mais alguns hospitais filantrópicos recebem o valor de R$ 373 milhões, mas o valor não é suficiente para cobrir todas as despesas e, muito menos, para que se façam melhorias nas instalações além de reformas.

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Com a liberação do novo valor, a área da Saúde poderá "respirar aliviada", tendo um dinheiro extra para atender o que for mais urgente.

Só com a exclusão de 417 cargos de confiança, #Michel Temer conseguiu uma economia de R$ 12,5 milhões anuais. Depois foram feitas revisões em dezenas de contratos de aluguel, o que gerou nova economia de R$ 52,2 milhões anuais. A redução nos gastos com serviços gerais e aluguel teve uma redução acima dos 33%. E uma operação pente-fino foi feita em contratos de informática, gerando uma economia acima dos R$ 80 milhões anuais.