Logo após a deposição da ex-presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), o presidente do Brasil, Michel Temer, viajou para a China, onde se reúne com os líderes mais importantes do planeta no G-20. Temer já anunciou acordos que ultrapassam 200 bilhões de reais. Além disso, o governo chinês evidenciou um aporte de R$ 15 bilhões no Brasil. Em contrapartida, o peemedebista estuda modelos de uma gestão diferente, onde o governo federal gaste menos e possa oferecer mais qualidade de serviço à população. Uma das ideias de Michel é privatizar presídios. Na China, algumas penitenciárias obrigam os detentos a trabalharem para ter acesso a mais que o mínimo.

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A resolução de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidos (ONU) obriga que os países tenham presos que comam pelo menos três vezes por dia e tenha acesso a duas horas de luz natural, o chamado "banho de sol". O preso que aceita trabalhar na China tem acesso a outros produtos, como de higiene, beleza e até itens para as celas, especialmente aqueles que não são considerados muito perigosos. Além disso, uma parte do "salário" do preso é guardada pela instituição em uma conta poupança. Assim sendo, quando este deixa a prisão, tem como "recomeçar" a vida, já tendo algum dinheiro para sobreviver por alguns meses.

A medida, segundo especialistas, é bastante válida. A começar porque muitos presos encontram dificuldades para se inserirem novamente no mercado de trabalho.

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Até mesmo o mercado informal é complicado, já que não tem verba para o "capital de giro". Além disso, muitos acabam aprendendo uma profissão. Os empregos preferidos dos presos costumam ser o de costureiros. Isso porque o trabalho não é tão pesado, como outros, além de aprenderem a administrarem máquinas e fazerem cortes em roupas, o que pode acabar virando uma profissão depois que eles saem de trás das grades. 

Além da privatização de presídios, Temer estuda fazer o mesmo com unidades hospitalares e creches. O assunto gera muito debate e polêmica.  #Michel Temer #PMDB