Flagrado neste último sábado dia 3, em um shopping na cidade de Hangzhou, na China. Durante sua visita oficial, o presidente Michel Temer procurou justificar a sua ' escapadinha' à China Radio Internacional (CRI) para comprar um par de sapatos, pois o seu atual havia quebrado o salto. Apesar de tentar disfarçar a sua ida à Loja, com a tentativa frustrada de alertar aos funcionários da loja de que receberiam uma visita pouco usual, o presidente não conseguiu escapar das lentes dos jornalistas e o que seria um momento de lazer, acabou indo parar nas redes sociais, assim como os #Protestos no Brasil  que se arrastam desde a saída de Dilma e que pedem a sua saída do #Governo.

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Sem agradar muito aos fabricantes de sapatos brasileiros, Temer teve que se valer dos similares chineses para evitar que ficasse descalço, apesar da sobretaxa imposta aos sapatos chineses que elevaram o preço do produto e que favoreceram então a indústria brasileira. Na última hora, o presidente não pensou duas vezes e além do acessório para os pés, no qual pagou cerca de 798 RMB, o equivalente a R$ 388,00, acabou levando também um cachorro eletrônico por 399 RMB (R$ 144,00).

As compras da China e os protestos no Brasil

Enquanto Temer fazia compras e aproveitava para tirar fotos com os curiosos e vendedores da loja, no Brasil ecoavam os protestos que pediam a sua saída do governo. Desde a saída definitiva de Dilma da presidência da República, os brasileiros foram às ruas para pedir a saída do peemedebista do cargo.

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Neste último domingo, dia 4, cerca de 26 pessoas foram presas pela Polícia Militar antes de iniciarem um protesto na Avenida Paulista, centro de São Paulo. A polícia tentou dispersar os manifestantes usando bombas de efeito moral e jatos d'água.

Esta última manifestação deste domingo, dia 4,  foi o sétimo protesto contra o governo atual desde o afastamento da petista. Apesar da tentativa de minimizar o episódio por parte do próprio Temer, os movimentos contrários ao mesmo mostram que é crescente os protestos que pedem a sua saída do poder e a convocação de novas eleições no país. Organizado pelos principais movimentos populares, tais como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MTST) e o grupo Povo sem medo, a ideia de que, depois de 30 anos, o povo brasileiro deverá retornar às ruas para lutar por eleições diretas para presidente da República começa a ganhar mais simpatizantes no país. #Michel Temer