A criminalidade chegou até o vereador e candidato à reeleição na cidade de Barueri, Jânio Gonçalves, do PMDB. Na última segunda-feira, 5, o vereador chegava em sua residência com a família quando foi abordado por criminosos. Os bandidos renderam o político, sua esposa e seu enteado, de quatro anos, e entraram em sua casa.

A Câmara Municipal de Barueri informou, por meio de nota, que o vereador foi agredido pelos criminosos, que fugiram da residência, mas antes injetaram um líquido no corpo de Jânio. A assessoria de imprensa da Câmara não soube informar que líquido era esse e, até o momento, a família não falou sobre o assunto.

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Jânio tem asma e teve uma crise nervosa no momento do #Crime, sendo levado às pressas para o hospital municipal, onde segue internado até o momento. Seu filho, o conselheiro tutelar, Levi Gonçalves, tem divulgado as últimas informações sobre o vereador pela internet, sendo a única fonte de informações do caso para a imprensa.

O vereador estava utilizando uma ventilação mecânica e estava em coma induzido até a manhã desse sábado, 10, mas segundo seu filho, o equipamento foi retirado à tarde. Apesar de seu quadro ser estável, o político permanecerá internado sem previsão de alta.

Jânio pertence à coligação Novo Tempo, que conta com mais de vinte partidos, dentre eles o PMDB, seu partido e o PSDB, partido de Rubens Furlan, candidato a prefeito que busca o seu quinto cargo como governante da cidade.

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Furlan, entretanto, tem sido assunto nos últimos dias após declarar para o TSE que ele mesmo doou R$1 milhão de seu próprio patrimônio para arcar com os custos da sua campanha política.

Seus adversários estranharam a doação e sugerem uma investigação, pois o valor é superior ao que o candidato poderá ganhará com o salário de prefeito no período de quatro anos. Para um de seus opositores, essa é a eleição do "caixa 2". O jornal Barueri na Rede, que entrevistou os três adversários de Furlan, também tentou contato com o tucano para falar sobre o assunto, mas não obteve êxito. #Eleições #Casos de polícia