O presidente Michel Temer recebeu uma vitória expressiva na última quinta-feira (08) no Senado Federal. Tão logo em seu início de #Governo como presidente efetivo do Brasil, Temer conseguiu a aprovação da medida provisória 726, que reduz o número de ministérios da máquina pública no País. A MP ainda tem a possibilidade de se cortar o número de comissionados nas funções públicas do governo federal. A aprovação veio com grande alívio para o Palácio do Planalto, que terá a oportunidade de "enxugar" de modo substancial  os custos inerentes de se manter uma máquina pública extremamente sobrecarregada. A aprovação no Senado contou a com a ajuda do presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

Publicidade
Publicidade

A medida provisória foi aprovada por 44 votos a 6, além de uma abstenção.

O Palácio do Planalto conseguiu reunir sua base de apoio aliada, através de uma grande mobilização, dada a importância da matéria que estava para ser votada. Entretanto, a oposição, principalmente de senadores petistas, tentaram de diversas formas, inclusive com manobras regimentais, impedir que fosse a aprovada a medida provisória. Esforço em vão. Temer obteve a vitória expressiva no #Congresso Nacional

Redução de ministérios

A medida provisória de número 726, estabeleceu que sejam reduzidos de 32 para 26, o número de ministérios do governo federal. Haverá ainda corte substancial de cargos em funções comissionadas. A "costura" do acorda da base aliada ocorreu na manhã de quinta-feira, quando o relator da matéria e um dos principais aliados do presidente Temer, Romero Jucá, recebeu em sua casa, o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira.

Publicidade

O próprio presidente da República se envolveu pessoalmente nas tratativas, já em sua viagem à China, quando pôde se reunir com o presidente do Congresso, Renan Calheiros e obter a garantia de que a proposta fosse apoiada. Com a aprovação, o texto segue para sanção presidencial. Com os cortes nos ministérios, algumas pastas foram incorporadas ao ministério da Justiça, como as secretarias da Mulher, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. #Michel Temer