Segundo o Supremo Tribunal Federal (#STF), ex-ministros dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff estão sendo investigados por suspeita de fazerem parte de grandes esquemas de corrupção que, somados, contabilizam pelo menos R$ 1,25 bilhão.

Um levantamento feito pelo estado no STF indica que 18 ministros da era petista estão sob investigação por corrupção na gestão do PT.  Segundo o levantamento, dos investigados, 4 seriam do período de governo do ex-presidente Lula, 10 do governo Dilma e mais 4 que participaram de ambos os governos. Entre os ministros investigados, 1 foi condenado, 2 são réus e os outros 15 estão sendo investigados pelo STF.

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A pesquisa leva em conta os processos no Supremo e também os enviados as demais instâncias do STF.  

Os números apresentados nos levantamentos podem aumentar devido às próximas etapas de investigações da operação Lava Jato e também com as investigações envolvendo a Petrobras. Alguns ex-ministros foram citados em delações premiadas, entretanto ainda não são investigados. Juntos aos ex-ministros, os ex-presidentes Lula e Dilma também são citados nas listas de investigações.

O ex-presidente Lula é réu em três ações na justiça federal por obstrução da justiça, organização criminosa e corrupção. Já a ex-presidente Dilma também é acusada pelo STF de tentar obstruir o andamento da operação Lava Jato. O Supremo entendeu que, ao nomear Lula à Casa Civil, a ex-presidente tentou livrar o ex-presidente da justiça comum, já que ao tomar posse Lula teria direito ao foro privilegiado.

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OS INVESTIGADOS

  • Antonio Palocci,
  • Edinho Silva,
  • Edison Lobão,
  • Erenice Guerra
  • Fernando Pimentel
  • Silas Rondeau
  • Aloizio Mercadante
  • Gleisi Hoffmann
  • Paulo Bernardo
  • Mario Negromonte
  • Fernando Bezerra
  • Carlos Gabas
  • Gilberto Carvalho
  • Arthur Chioro
  • Guido Mantega
  • Celso Pansera
  • Henrique Alves, e
  • Izabella Teixeira

Governo Temer também tem ministros acusados

O atual governo do Presidente Michel Temer também tem ministros investigados pelo Supremo. No momento da nomeação, Temer indicou seis ministros que eram investigados por suspeita de envolvimentos em vários crimes, nomeadamente crimes eleitorais, falsidade ideológica e participação no esquema de corrupção na Petrobras. Dos seis ministros investigados, três abandonaram os cargos após serem citados em depoimentos e delações. #Brasil #Política