A ex-presidente #Dilma Rousseff não se posicionará a favor de Nelson Marchezan, do PSDB, no segundo turno das eleições municipais de #Porto Alegre. Mas isso não significa dizer que ela dará o seu voto a Sebastião Melo, do PMDB. Em entrevista concedida à Rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul, nesta semana, a petista disse que não votará no segundo turno em Porto Alegre e justificará o voto.

Dilma, aliás, passou por um grande tumulto na votação de primeiro turno no dia 2 de outubro. Niwton Carpes da Silva, juiz eleitoral, proibiu o registro do voto da ex-presidente e causou polêmica com jornalistas e correligionários que foram acompanhar Dilma.

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Na ocasião, ela reclamou da ação da Brigada Militar. O #PT de Porto Alegre tem recomendado aos seus militantes votarem nulo no segundo turno, marcado para o próximo dia 30.

"Eu poderia dizer que o voto é secreto e não falar nada. Agora, rigorosamente eu vou dizer que não votarei em ninguém em Porto Alegre no segundo turno. Não estarei na cidade. Eu vou justificar", explicou Dilma Rousseff.

O processo de impeachment acabou não lhe tirando os direitos políticos, de modo que ela permanece apta a participar de novas eleições já em 2018, se assim for do seu interesse. Porém, Dilma ainda não pensa nisso.

"Qualquer brasileiro que reúna condições tem a possibilidade de se submeter as urnas. Mas não cogito eleição em curto prazo. Não vou responder questões desse tipo nesse momento", despistou.