A assessoria do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou a Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, que é comandada pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, estado do Paraná.  Segundo os defensores de #Lula, através de nota emitida por sua assessoria, "os procuradores da força-tarefa tentam incriminar o ex-presidente Lula a todo custo", ressaltou a nota. A nota vem como mais um ato polêmico em que o cerco parece se fechar a cada dia, contra o ex-mandatário do País, que se tornou réu pela terceira vez, através de decisão proferida pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, da Justiça Federal do Distrito Federal, através da décima Vara Criminal de Brasília. A decisão se caracteriza por denúncia aceita nesta quinta-feira (13), com base em acusação sobre fraudes em contratos do BNDES.

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Além do ex-presidente, também se tornou réu, seu sobrinho, Taiguara Rodrigues dos Santos, além do empreiteiro Marcelo Odebrecht e mais oito envolvidos. Os crimes atribuídos a Lula são de #Corrupção passiva, tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Já o seu sobrinho responderá a crime de lavagem de dinheiro e organização criminosa. 

Comparação a humorístico

As críticas da assessoria do ex-presidente Lula, externam até mesmo, ironias à maior operação de combate à corrupção, atualmente, no Brasil; a Lava-Jato. Segundo a assessoria de Lula, "os métodos implementados por agentes federais da Operação Lava-Jato, se assemelham a um esquete do humorístico "Porta dos Fundos". A nota menciona uma delação que foi recusada pela força-tarefa da Lava-Jato, em se tratando do ex-diretor da Odebrecht, Alexandrino Alencar, que é muito próximo a Lula.

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A Operação Lava-Jato e a Procuradoria-Geral da República, afirmam que a delação foi recusada, devido a indícios de que o ex-diretor da construtora esteja tentando esconder informações, com o propósito de "proteger" o ex-presidente Lula. Um dos pontos mai intrigantes, segundo os procuradores federais, é o fato de que o ex-diretor Alencar insiste em afirmar que Lula tenta feito palestras pagas pela Odebrecht. Um dos principais indícios, demonstra que parte dessas palestras não foi realizada, além de casos de superfaturamento. Já a defesa de Lula solicita ao procurador-geral da República, Rodrigo Janto, que tome "providências legais", a respeito da delação rejeitada do ex-diretor Alexandrino Alencar. #Lava Jato