A base de apoio do governo de #Michel Temer no Congresso Nacional, conseguiu uma aprovação importante para o Ministério da #Educação. Dentre as medidas aprovadas no Congresso, está a liberação de recursos para o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil). A sessão conjunta ocorreu nesta terça-feira (18), entre Câmara dos Deputados e Senado Federal. A aprovação se refere à autorização de liberação de mais de R$ 1,1 bilhão em recursos para o Ministério da Educação, principalmente para o destravamento dos contratos do Fies, além de recursos que possam realizar o exame do Enem. O Fies é o programa federal de financiamento estudantil da rede particular de ensino superior.

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Já os recursos destinados ao Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), está com o prazo no limite, em razão da aplicação das provas estar com a data muito próxima, em 05 e 06 de novembro deste ano. O crédito suplementar consta que R$ 702 milhões serão destinados para o Fies, enquanto que R$ 401 milhões serão destinados ao Enem.

Aprovação do projeto

A aprovação do projeto vinha se arrastando já há algum tempo, inclusive devido ao trancamento de pauta de votações no Congresso e também em função de obstrução de votação por parte de partidos de oposição ao #Governo. Ainda segundo o ministro da Educação, Mendonça Filho, com a possibilidade de se efetivar a verba extra, cerca de 1,5 milhão de contratos do Fies estarão aptos para serem renovados até o final do ano. O ministro da Educação ressaltou ainda que "busca tranquilizar os jovens do Brasil, em relação ao atraso do Fies, não trará nenhum tipo de prejuízo aos estudantes das universidades", segundo afirmação de Mendonça Filho.

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Ainda segundo ele, "existe garantia do Ministério da Educação, de que os contratos sejam aditados, tanto os contratos antigos, como também os contratos novos", afirmou Mendonça, que também esteve acompanhando a aprovação do projeto no Congresso Nacional. Vale ressaltar que o projeto tinha o propósito de que fosse analisado no mês de setembro deste ano, porém, a base de apoio do presidente Michel Temer, não havia conseguido reunir quórum suficiente para a votação da matéria.