As eleições para a prefeitura do Rio de Janeiro estão dando o que falar. Neste segundo turno, o candidato do PSOL, o deputado estadual, Marcelo Freixo e o senador da República (PRB), #Marcelo Crivella, estão bombardeando a imprensa com ataques e provocações. Desta vez, o bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus teve o seu passado revelado pela revista Veja. Em uma capa especial para os moradores do Rio de Janeiro, a revista dessa semana, publicada neste sábado, 22, mostra duas fotos de Crivella fichado na delegacia, em 1990.

A reportagem de cinco páginas da Veja também fala sobre o inquérito de 117 páginas que contém as imagens e explica o motivo deste inquérito nunca ter sido relevado.

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 Nas fotos, o senador aparece de perfil e de frente com a tradicional placa de alguém fichado pela polícia. Nos outros estados, as fotos do evangélico estão no recheio da publicação junto com a reportagem,  e a capa fala sobre a prisão do deputado federal cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pela operação Lava Jato, comandada  pelo juiz Sérgio Moro.  

Além da Veja, outras publicações estão atacando Crivella. Outros veículos de comunicação estão atacando o membro da igreja fundada pelo dono da Rede Record, o bispo Edir Macedo. Vídeos estão pipocando pelos sites e redes sociais orientando a não votar no candidato do PRB. Nestas gravações, Crivella fala mal da igreja católica, faz comentários homofóbicos e critica as mulheres.

Candidato explica prisão

Marcelo Crivella explicou o motivo de ter sido fichado na polícia através de uma nota, publicada nesta sexta-feira, 21.

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Nela, a campanha do senador diz que o motivo da prisão feita em 18 de janeiro de 1990 não foi emocionante. Na época, o então engenheiro era responsável por uma construção de uma igreja, num terreno em Laranjeiras, bairro da zona sul carioca. O local foi invadido e o atual senador da República, pelo estado do Rio de Janeiro, tentou retomar o espaço e acabou detido. Na ocasião, o delegado responsável acabou sendo investigado por abuso de poder e o inquérito foi arquivado. #Crise #Eleições 2016