#Michel Temer pretende continuar sua campanha contra #Dilma Rousseff, mais concretamente contra o trabalho que realizou durante os anos de #Governo petista. Tal como informa a “Folha de S. Paulo”, o atual presidente da República já decidiu que vai fazer publicidade em massa com o dinheiro público para mostrar ao país o estado “muito grave” que o último governo deixou nas contas públicas.

Nas redes sociais, muitos brasileiros estão em choque em como, ao invés de poupar dinheiro para equilibrar as contas, Temer continua investindo seu tempo e dinheiro para atacar e humilhar Dilma.

Poucas semanas depois de se ter tornado presidente da República, após a decisão do Senado ter destituído Dilma, Michel Temer já tomou várias iniciativas polêmicas para poupar dinheiro dos cofres do Estado.

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Além das mudanças profundas no Bolsa Família, tentando ao máximo eliminar a “mamata” que se verificava com esse apoio, Temer avançou com várias reformas em investimentos que o governo petista resolveu fazer, incluindo obras no Nordeste do país.

Contudo, e indo contra o que já disse recentemente, em que garantiu que tudo estava sendo feito para o país conseguir recuperar-se o mais rapidamente possível da crise profunda que atravessa, Temer decidiu investir dinheiro público para que, através de vários anúncios, incluindo jornais, o novo governo tenha a oportunidade de chegar ao máximo de pessoas e apresentar exatamente o estado das contas que o governo anterior deixou.

Nos anúncios, Temer pretende apontar cerca de 14 erros graves cometidos pelos petistas, sem dizer diretamente o nome da ex-presidente, provavelmente para não alimentar ainda mais a enorme guerra política que ainda se verifica no país, principalmente entre petistas e as pessoas que, desde início, apoiaram o impeachment de Dilma.

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Com mandato até 2018 e tendo já prometido que não pretende se candidatar para as próximas eleições, Michel Temer tem como principal objetivo recuperar o país financeiramente, mesmo que para isso seja cada vez mais odiado por um número crescente de brasileiros que serão afetados pelas reformas profundas, sobretudo nos apoios sociais.