Dia após dia, o Brasil parece estar no meio de um terrível e destruidor furacão, assim como o furacão Matthew, que varreu países como o Haiti e os Estados Unidos semanas atrás. O pior de tudo é que esse fenômeno não tem nenhuma origem na natureza, pelo contrário, ele é fruto das ações de políticos e empresários profissionais envolvidos até os pescoços em acusações e também provas concretas de corrupção, recebimento de propinas e lavagem de dinheiro em detrimento da população brasileira como um todo.

Agora é a vez do insosso Moreira Franco, braço direito de #Michel Temer, como gestor principal do PPI - Programa de Parcerias de Investimentos, ser o foco das atenções das notícias veiculadas nas mídias diversas, o qual é acusado pelo ex-vice-presidente da área de Relações Internacionais da construtora Odebrecht, cujo nome é Cláudio Melo Filho, de receber a bagatela de R$ 3 milhões no ano de 2014 como propina.

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Naquela ocasião Moreira Franco ocupava o cargo de ministro na pasta da Aviação Civil e segundo Cláudio, ele próprio pagou o valor citado acima como uma forma de reconhecimento pelo ministro ter “enterrado” definitivamente a probabilidade de que o projeto para a construção de mais um aeroporto na região metropolitana da Cidade de São Paulo, mais especificamente na cidade de Caieiras, tivesse sucesso. Obra essa que se viesse a acontecer, abalaria bastante a Odebrecht, já que essa era concessionária do aeroporto do Galeão ou Tom Jobim na Ilha do Governador, na Cidade do Rio de Janeiro.

Moreira Franco, como é de costume dos políticos profissionais, fez questão de negar veementemente a acusação de Cláudio Melo Filho e sinalizou que nunca solicitou nenhum tipo de auxílio em dinheiro aos dirigentes da construtora.

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O ex-vice-presidente de Relações Internacionais da empresa falou que também liberou propinas a outro homem muito próximo de Temer, o político Romero Jucá, que sempre levantou a bandeira vergonhosa da necessidade de se derrubar a presidente eleita democraticamente, Dilma Rousseff, a fim de que pudesse se “estancar essa sangria”.

Todo os depoimentos de Cláudio foram feitos aos responsáveis pela condução da Operação #Lava Jato e vale ressaltar que uma vez que Moreira Franco em 2014 não concorria a nenhum cargo político, isso só caracteriza ainda mais o aspecto de propina no repasse dos R$ 3 milhões ao ex-ministro. A pergunta que resta é: o que será do Brasil diante desse vendaval infindável de denúncias? #Corrupção