Aroldo Cedraz, presidente do TCU (#Tribunal de Contas da União) e o ministro José Múcio Monteiro, enviaram para Renan Calheiros, na condição de presidente do Senado Federal, um pedido que recomenda a rejeição das contas públicas de Dilma Rousseff no ano de 2015. No TCU, as contas de Dilma foram recusadas por unanimidade.

José Múcio salientou a importância da decisão dos parlamentares, em uma entrevista. Até pouco tempo atrás, quando o Tribunal de Contas rejeitava uma conta, a justiça eleitoral tinha autonomia para condenar o político a inelegibilidade, entretanto, em recente decisão do Supremo, em agosto, ficou entendido que as contas rejeitados pelo tribunal de contas devem ser encaminhadas ao órgão fiscalizador correspondente ao cargo do político que teve suas contas rejeitadas (Assembleia, Câmara ou Senado), para que os parlamentares façam um julgamento e decidam se vão manter a rejeição das contas ou não.

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Múcio ainda informou para a imprensa que a motivação para rejeitar as contas de Dilma de 2015, foram quase os mesmos das contas de 2014, como as pedaladas fiscais e o uso de dinheiro público para custear bancos. Por fim, também disse que ao conversar com Renan Calheiros, ele se comprometeu em colocar as contas em pauta para votação, pois o TCU possui outras 12 contas para serem analisadas e que podem ser rejeitadas pelo Tribunal também, necessitando de julgamento do Congresso.

Bloqueio de Bens

Após sofrer o impeachment, a ex-presidente do Brasil também recebeu a notícia de que o TCU sugeriu o bloqueio de seus bens e de alguns ex-ministros de Lula por conta dos prejuízos bilionários de Pasadena. A assessoria de #Dilma Rousseff ainda não se pronunciou sobre o ocorrido. A compra da refinaria de Pasadena resultou em quase R$2 bilhões de prejuízos para os cofres públicos do Brasil.

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A possibilidade do bloqueio de bens de Dilma Rousseff será analisada pelo Ministério Público de Contas. Ainda não foi definida uma data para o julgamento dos autos do processo contra a ex-presidente do Brasil. #Congresso Nacional