O Ministério de Desenvolvimento Social irá investigar a conduta de dois servidores e o ex-ministro petistas Carlos Gabas, por terem ajudado a ex-presidente Dilma Rousseff a se aposentar em menos de 24 horas após ela receber notificação do Senado sobre o seu processo de impeachment. Garbas e os outros dois servidores de carreira já foram afastados para que nada atrapalhe as investigações.

Segundo informações, a ex-presidente se aposentou em tempo recorde, obtendo a remuneração de R$ 5.189,82, que no caso seria o teto da Previdência. O tempo estimado de espera para se aposentar no Brasil é de 74 dias e em Brasília é de 115 dias.

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A aposentadoria recorde de Dilma causou estranheza e o caso está sendo investigado.

Envolvimento de Gabas

Foi aberto uma sindicância no #INSS, através do pedido de Alberto Beltrame, secretário executivo do Ministério de Desenvolvimento Social e Agrário, para que seja analisado o envolvimento de Gabas e dos dois servidores: Iracemo da Costa Coelho e Fernanda Cristina Doerl dos Santos. De acordo com as investigações, Gabas acompanhou uma mulher até o instituto em Brasília e ela estava com uma procuração da ex-presidente Dilma. Eles foram atendidos por Iracemo.

A servidora é Fernanda é acusada de fazer várias alterações no cadastro de Dilma, alguns dias depois que o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha aceitou o pedido de impeachment para afastamento da petista. Fernanda tinha uma função especial na Diretoria de Atendimento do INSS.

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Irregularidades

As investigações apontam para irregularidades no cadastro da ex-presidente e os servidores estão dispensados de seus cargos. A petista pode ter sido ajudada a ter uma aposentadoria recorde.

O ex-ministro Carlos Gabas comentou que está em quarentena, após a cassação de Dilma, e portanto seu afastamento não terá nenhum efeito. Ele voltaria aos trabalhos em novembro. Gabas ainda protegeu Dilma, dizendo que a aposentadoria dela está dentro da lei e não tem nenhuma irregularidade. "Faça auditoria e o INSS comprovará os fatos", disse o ex-ministro. #Dilma Rousseff #Corrupção