O prefeito Dr. Aluízio que conseguiu a sua reeleição em 2016, com 58,65% dos votos válidos na capital nacional do petróleo, Macaé-RJ, ganhou de lavada seu rival direto, Chico Machado, que obteve 25,28%. 

No seu primeiro mandato, sua proposta chave era investir pesado em educação, municipalizar o aeroporto de da cidade, controle dos poucos recursos dos royalties e construção do porto no bairro Barreto, para ampliar as logísticas marítimas do ramo do petróleo e gás, aumento o portfólio de capital de giro na cidade.

Mas com os escândalos de corrupção da Petrobras, descobertos e desencadeados pela Operação Lava Jato, com a baixa no preço do barril de petróleo e com uma horda de empresas, que de modo súbito, começaram a se evadir da cidade, ele teve que fazer muitos cortes em quase todos os setores administrativos e operacionais na cidade, por conta da falta de capital de entrada no caixa da "Princesinha do Atlântico".

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Naturalmente, o prefeito Aluízio foi criticado de modo avassalador, devido aos cortes drásticos que ele teve executar na prefeitura, diminuindo o numero de assessores, desapropriando prédios de instituições, cortando cargos e secretarias não essenciais para o funcionamento da cidade e a atitude mais impactante de todas, na visão dos servidores municipais da cidade e que fez muito gente a trabalhar de verdade e alguns pedirem exoneração, a implantação do ponto biométrico.  Com esse novo sistema, o joio do trigo foi separado e Macaé conseguiu economizar algum dinheiro para tocar a cidade enquanto espera a crise perder força, para depois retomar o controle da Capital Nacional do petróleo e as atividades nessa área se regularizem novamente.

Com o impeachment da ex-presidente Dilma e o atual presidente da República, Michel Temer, se firmando e sinalizando ao mercado a nossa estabilidade #Política e que estamos prontos para a retomada econômica, pequenas empreiteiras petrolíferas já estão se mobilizando na cidade, se encontrando com autoridades ligadas ao setor e discutindo o status de Macaé para o setor.

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Afinal a Petrobras ainda está sitiada na cidade e toda a estrutura ainda está aqui. 

Para o cidadão macaense, resta esperar o quão estável serão  os próximos meses/anos da capital nacional do Petróleo.  #Macaé #Economia