Segundo o jornal Folha de S. Paulo do dia 20 de outubro, o ex-presidente da Câmara #Eduardo Cunha (#PMDB) teria conversado com pessoas do seu âmbito familiar avisando que já estava na expectativa de que, a qualquer momento, poderia ser preso.

Cunha estava escrevendo um livro que teria o nome de “Impeachment” e seria como uma espécie de “delação informal” no qual apresentaria informações contra vários membros do atual governo, contando todos os bastidores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, e que as revelações teriam o poder de acabar com o governo de Michel Temer. Ele também afirmou que vem reformulando todas as doações para o PMDB e também estaria dedicando estudos sobre o caixa petista.

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Eduardo Cunha afirmou ainda que vai "explodir o Moreira”, se referindo a #Moreira Franco que é o atual secretário executivo do Programa de Parceria de Investimento (PPI).

Cunha também declarou ao jornal Estado de S. Paulo: "Eu confiro as anotações na minha agenda com todos os registros de audiências que mantive na Câmara. Cruzo os dados, hora e local. Tenho tudo arquivado".

Para Eduardo Cunha, o secretário do PPI foi o responsável pela cassação de seu mandato como presidente da Câmara, na qual hoje quem está no comando é Rodrigo Maia (DEM-RJ), que é genro de Moreira Franco.

Cunha fez uma postagem em seu Facebook se referindo ao caso. "Trata-se de uma decisão absurda, sem nenhuma motivação e utilizando-se dos argumentos de uma ação cautelar extinta pelo Supremo Tribunal Federal. A referida ação cautelar do supremo, que pedia minha prisão preventiva, foi extinta e o juiz, nos fundamentos da decretação de prisão, utiliza os fundamentos dessa ação cautelar, bem como de fatos atinentes a outros inquéritos que não estão sob sua jurisdição, não sendo ele juiz competente para deliberar.

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Meus advogados tomarão as medidas cabíveis para enfrentar essa absurda decisão.”, afirmou.

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