Impressionado? É exatamente o que a revista "Veja" revelará em uma de suas edições. E pode se preparar, pois o conteúdo é assustador e, segundo informações contidas na reportagem, foram visualizados, pelo menos, 300 anexos com depoimentos comprometedores, com denúncias que vão surpreender e abalar todo o país. Já na próxima semana, deverão ser divulgadas as validações dos acordos de, no mínimo, 75 executivos da Empreiteira Odebrecht, dentre os quais, os 'chefões': Marcelo Odebrecht e seu pai, Emílio Odebrecht, que tem participação exclusiva nas denúncias do esquema fraudulento de #Corrupção ocorrida dentro da Petrobras, além de outras tramoias, vinculadas ao #Governo federal.

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Todo o processo foi acordado na cidade de Curitiba, na própria sede da Operação Lava Jato, com a atuação do Ministério público e a presença do juiz federal Sérgio Moro, o qual demonstrou perplexidade pela quantidade de parlamentares envolvidos nas fraudes. As revelações foram tão impactantes que o juiz não hesitou em argumentar: "Espero que o Brasil sobreviva", afirmou a reportagem do jornal "Metrópoles".

Dessa vez, o cenário político promete' pegar fogo de vez', haja vista, que o processo de delação premiada contou com 400 advogados para analisar e instruir os membros integrantes que se propuseram de forma espontânea, colaborar com a Justiça.

Entre as personalidades públicas e políticas abordadas na publicação, destacam-se os ex-presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff; o atual chefe de governo, Michel Temer; o Aécio Neves, Geraldo Alckmin e o atual dono da pasta das relações exteriores José Serra (PSDB); vinculados ao governo estão o ministro Geddel Vieira Lima e o senador Romero Jucá; outros dois nomes de peso elencados foram o ex-governador Sérgio Cabral e o atual prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

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Todos foram citados pelos delatores da Empreiteira Odebrecht.

Ainda, de acordo com a reportagem, se, por ventura, as revelações forem legitimadas, o marco da história política do país será delimitado como "antes da Odebrecht (a.O) e depois da Odebrecht (d.O). No mesmo contexto, o jornal "O Globo", em outra ocasião, mencionou que as delações premiadas da #Lava Jato seriam a "maior série de acordos de delação já firmada no país", pois, segundo eles, "atingem de forma democrática", o alto escalão político presente no governo atual ou figuram na oposição. Neste caso, não há disparidade "partidária ou ideológica nos atos ilícitos", incorridos pelos empresários integrantes da Odebrecht.