Nesta quinta-feira (27) um desentendimento envolvendo um dos filhos do presidente do Sendo Federal, Renan Calheiros, terminou em pancadaria. Rodolfo Calheiros divertia-se em um barzinho da capital brasiliense com vários colegas, quando de repente, começou a agredir, soqueando no rosto, um de seus amigos, que naquela ocasião fazia-lhe companhia.

A vítima foi imediatamente socorrida e levada ao Hospital mais próximo da cidade, para os primeiros procedimentos médicos. Segundo a reportagem do jornal "Metrópoles", Élio Neto, a vítima, estava aparentemente com um grande "corte no supercílio direito e outro ferimento sob o olho esquerdo".

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Sem entender o que realmente havia ocorrido, a vítima não soube explicar o que levou o filho de Renan ficar tão enraivecido daquela forma. Outro colega que também estava presente no momento da agressão, e que achou melhor não se identificar, contou ao jornal que conduziu Elio até o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), para atendimento, pois o rapaz tinha vários ferimentos pelo corpo, inclusive, na língua, que sangrava e impedia a sua comunicação.

A confusão transcorreu no "Bloco A da QI 13, no Lago Sul". A reportagem ressaltou ainda que algumas testemunhas informaram que Élio já havia estado em outro bar da proximidade, quando foi encontrado por Rodolfo e outros dois colegas.

Logo, os quatro parceiros seguiram em um mesmo automóvel para o local do conflito. Ao estacionarem, Rodolfo e Elio começaram a discutir e, consequentemente, partiram para a agressão.

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Nesse momento, comerciantes locais acionaram os policiais do 5.º Batalhão da Polícia Militar, que chegaram rapidamente. Outra testemunha revelou que o filho de Renan interveio junto aos policiais e explicou que tudo não passava de uma simples brincadeira entre amigos. Entretanto, Élio estava ensanguentado.

Nenhum dos envolvidos foi encontrado para comentar o episódio, nem mesmo os advogados da família Calheiros. A assessoria do senador da República também não respondeu à equipe de reportagem. E até o fechamento da matéria, o ocorrido não tinha sido registrado no sistema da Polícia Civil. #Renan Calheiros #Casos de polícia #Senado Federal