O pastor Silas Malafaia tem feito campanha para queimar a imagem do candidato à Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, do Psol, que está disputando o segundo turno contra o bispo Marcelo Crivela (PRB). Para isso, o pastor evangélico tem colocado, em suas redes sociais, várias postagens em que tenta expor a “verdade” sobre o candidato de esquerda. Nesta quinta-feira (6), a equipe que cuida da parte jurídica da campanha do candidato Freixo informou que vai acionar à Justiça para processar criminalmente o pastor Malafaia.  

 Veja o vídeo:

Silas Malafaia, que é líder da Associação da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, e um influente militante conservador da direita brasileira, está lutando não só politicamente contra a campanha do Psol, mas também ideologicamente.

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Ou seja, ele está buscando mostrar que as ideologias do candidato são nocivas a população. Ele tem postado vários vídeos no seu Twitter e em seu canal no Youtube com o propósito de revelar o que chama de “verdade irrefutável sobre Freixo”.  

Em um desses vídeos, que foi postado nesta terça-feira (5), Silas Malafaia afirma que “Freixo é declaradamente um marxista de caráter leninista”. Ele acusa o partido do candidato, Partido Socialismo e Liberdade (Psol), de, além de ser uma esquerda radical, ser um partido comunista retrógrado, que afirmaria os ideais do comunismo anterior a União Soviética. O pastor vai mais longe e diz que o Psol apoia o regime ditador da Coreia do Norte, de Cuba, e o governo da Venezuela. Malafaia afirma categoricamente que o Psol quer implantar esses sistemas no Rio de Janeiro.

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A lista de acusações é extensa, nela conta ainda que o deputado estadual é “contra a Polícia Militar do RJ, apoia o movimento Black Bloc, é favorável à legalização do aborto, das drogas e da prostituição”.

O candidato do Psol, Freixo, reagiu chamando de boatos sobre ele com a intenção de difama-lo, que está sendo feita não só por Malafaia, mas também pela família Bolsonaro. Freixo não atacou de volta seus acusadores, mas ele respondeu todas as acusações em um site chamado de “A verdade sobre Freixo”. #Religião #Política