Nessa terça-feira (04), o governo Michel Temer conversará com as centrais sindicais, visando conseguir apoio para a sua proposta de #Reforma da Previdência, que será enviada ao Congresso Nacional ainda esse mês. Temer tentará convencer os líderes sindicais da importância de mudar o atual sistema previdenciário brasileiro, e evitar o que a equipe de governo classifica como, colapso da previdência no futuro. O escolhido de Temer, para a missão de dialogar com sindicalistas é o atual ministro chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que iniciará as negociações com a Força Sindical, através de seu representante, o deputado federal Paulinho da Força (SD-SP).

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A reunião entre governo e Força Sindical discutirá, a proposta que estabelece a idade mínima de 65 anos para trabalhadores, sendo que, em relação ao tempo de contribuição para aposentadoria, a proposta será de 25 anos (atualmente é necessário ter pelo menos 15 anos de contribuição para se aposentar por idade), segundo reportagem publicada no jornal Folha de São Paulo.

Outra mudança que deverá acontecer, e que promete gerar discussão, será o aumento da idade mínima para aposentadoria de acordo com a expectativa de vida. Se houver um aumento da expectativa de vida, a idade mínima para se aposentar também aumentará de acordo com a nova reforma.

Em caso de possível aprovação da reforma, as novas regras não valerão para trabalhadores acima de 50 anos, que por sua vez, continuarão a se aposentar através das regras existentes.

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Porém, nem tudo será tão fácil para os trabalhadores acima de 50 anos, caso haja a confirmação das novas regras, os trabalhadores acima de 50 anos terão que pagar um acréscimo (pedágio) calculado de forma proporcional ao tempo restante para se aposentar para conseguir o benefício regido pela antiga norma.

Reforma da Previdência terá novas regras para mulheres e professores

As mulheres e professores terão uma regra diferente dos demais trabalhadores. Ao invés de 50 anos, a idade de transição será de 45. Mas existe uma ressalva, as novas regras valerão apenas para aqueles que já estão com 45 anos e não os que completarão 45.

A intenção do governo é que a reforma da previdência ainda seja enviada até o final desse mês ao Congresso Nacional. Temer ainda quer ouvir entidades ligadas a setores previdenciários e líderes de partidos que forma sua base aliada no Congresso. #INSS #Michel Temer