O jornal americano, The Wall Street Journal, fez uma publicação sobre o atual cenário político do Brasil, após o segundo turno das #Eleições. O jornal disse que candidatos conservadores venceram as eleições na maior parte das cidades brasileiras, mostrando que os “candidatos da maior tradição política” do país, foram rejeitados.

A publicação falou um pouco sobre #Marcelo Crivella, senador da república que assume a prefeitura do Rio de Janeiro, daqui dois meses. Para o jornal, Crivella surgiu em um momento de desespero, quando as pessoas se cansaram da esquerda, por causa do impeachment de Dilma, e optaram pelo conservadorismo.

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Diversos outros jornais e sites internacionais destacaram o processo eleitoral do último domingo, 30. O El Pais, da Espanha, fez um comparativo entre Freixo e Crivella, listando o currículo de ambos, onde incluíram o fato de Crivella ter evangelizado na África, ser senador desde 2002, engenheiro, cantor gospel e bispo da terceira maior denominação protestante do Brasil, presente em mais de 180 países, entre outras informações. Já o currículo de Marcelo Freixo foi mais sucinto e apresentou, dentre outras coisas, sua defesa a legalização das drogas e representação da esquerda em um momento que essa ideologia tem encolhido no Brasil.

O Associated Press atribuiu a vitória do senador e bispo ao sentimento de raiva contra a esquerda. Já o Le Monde acredita que a vitória de Crivella foi religiosa, pois mostrou a preferência dos evangélicos em um país de uma maioria que se declara católica.

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Programas de TV de outros países também noticiaram o domingo de eleições no Brasil, dando sempre destaque para o Rio de Janeiro, onde as atenções estavam voltadas durante toda a apuração. Os jornais e telejornais demonstraram opiniões diferentes sobre ambos os candidatos, mas divulgaram algo em comum, que é a diminuição de políticos eleitos de partidos de esquerda no país, entretanto, o PC do B e o PT continuam atuando em muitos governos do DEM, PSDB e PMDB, por conta das coligações partidárias que estão espalhadas por vários estados, incluindo São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Existem coligações com mais de 20 partidos. #Eleições 2016