O ano de 2016 está chegando ao fim e fortes emoções estão para acontecer na Operação mais famosa do Brasil, a #Lava Jato. Segundo informações, os investigadores destacaram, em conversas reservadas, que os meses de novembro e dezembro serão cruciais para a conclusão de várias investigações e um ex-senador é alvo de grande atenção dos investigadores.

Os fatos importantes que marcaram os últimos dias, são a condenação de 19 anos do ex-senador Gim Argelo, o processo do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que está nas mãos do juiz paranaense Sérgio Moro, as denúncias contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é réu pela terceira vez e a delação dos funcionários da Odebrecht, que está sendo negociada, e pode complicar a vida de muita gente.

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Símbolo da corrupção

Mesmo parecendo pouco significante e inexpressivo, a Operação Lava Jato mantem foco no ex-senador Gim Argello. Segundo investigações, ele pode ser um dos maiores símbolos da corrupção, com alto grau de intensidade. O ex-senador já fez de tudo um pouco. Ele é acusado de usar entidades fantasmas para receber emendas parlamentares e cobrar propina para proteger empreiteiros da CPI da Petrobrás.

Muito ligado ao presidente do Senado, Renan Calheiros, Gim Argello sabe muita coisa e as investigações estão em cima para que ele possa contar tudo. Ele tinha acesso a gabinetes de ministros e senadores e hoje está preso, ainda se decidindo se pronuncia e explica todo o processo corrupto ou livra seus "amigos" de possíveis condenações.

Cunha e Odebrecht

O ex-deputado, Eduardo Cunha, vive momentos de tensão e tem alguns dias para entregar sua defesa ao juiz Sérgio Moro.

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Ele é acusado de receber propina em conta na Suíça. O valor gira em torno de R$ 5 milhões. Cunha ressaltou que não fará delação porque não cometeu nenhum crime.

E o que é muito esperado por todos os investigadores da Lava Jato, é a negociação da delação de pelo menos 50 executivos da Odebrecht. Sem contar que existem vários funcionários que estão na fila esperando para contar tudo o que sabem.  #Lula #Polícia Federal