Na última publicação da revista #Veja do Rio de Janeiro, a capa trouxe o senador e candidato à prefeitura do Rio, Marcelo Crivella (PRB-RJ), ‘fichado” e uma reportagem especial afirmando que ele havia sido preso.

Poucas horas depois do ocorrido, o próprio senador se defendeu, explicou o caso, que aconteceu a mais de 20 anos, e se colocou à disposição para apresentar as suas provas. O que ocorreu, na verdade, foi que o político, na condição de engenheiro, foi chamado para vistoriar um muro que havia caído, mas o terreno onde o muro caiu, estava invadido por andarilhos e estes não permitiram a sua entrada. Houve uma confusão, todos foram para a delegacia, mas o delegado decidiu identificar os envolvidos, os fotografando.

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O senador não foi preso e processou o delegado por abuso de poder.

Por conta disso, o juiz Marcello Rubioli, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, considerou que a atitude da revista conferiu rebaixamento moral ao candidato, o que configura uma atividade difamatória e que não pode existir em uma campanha política democrática.

O juiz ainda salienta que o fato não é de teor jornalístico, pois #Crivella provou que nunca foi preso. O juiz determinou o direito de resposta no mesmo destaque que foi a mentira contada na semana passada, ou seja, com reportagem principal e capa dedicada ao assunto. A determinação vale para a próxima publicação da Veja Rio.

Guerra eleitoral

Além desse fato, Crivella foi vítima de outra mentira essa semana. A viúva de Amarildo; homem que desapareceu da favela e que muitos acusam a polícia de tê-lo executado, embora o corpo nunca foi encontrado, nem provas do que aconteceu com ele; foi em uma delegacia prestar queixa contra a equipe de campanha de Crivella.

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Ela disse que lhe deram dinheiro para comprar cocaína e que gravou um vídeo drogada.

O fato foi desmentido pelo próprio filho de Elizabeth, Emerson, que afirmou que foi a mãe quem pediu que a equipe de Crivella fosse em sua casa, que não se lembra de, em nenhum momento, terem tocado no nome do concorrente, Marcelo Freixo, e que ninguém lhe deu dinheiro ou drogas. O filho ainda disse que após registrar a queixa por fato que não aconteceu, sua mãe desapareceu. Horas depois, uma reportagem do ‘O Globo’ noticiou que Elizabeth tinha saído da comunidade por motivos de segurança.

A equipe de Crivella já havia informado, através de nota, que foram contatados, através da Associação de Moradores da Rocinha, ocasião em que informaram que Elizabeth queria falar com eles, enviando quatro vídeos com supostas denúncias. #Eleições 2016