O segundo turno das eleições chegou ao fim e com ele a definição dos novos prefeitos em mais de 50 cidades brasileiras. No Rio de Janeiro, a preferência demonstrada pela maioria do eleitorado dia 2 de outubro, se confirmou no segundo turno: Marcelo Crivella é o novo prefeito da cidade.

Seu opositor, #Freixo, que ganhou o apoio de Jandira Feghali, Lindbergh Farias e vários políticos conhecidos de siglas de esquerda, como PC do B e PT, teve 40,63% dos votos. 3.581,645 milhões de eleitores votaram nesse domingo, 30, no Rio, sendo 569,357 mil votos nulos e 149,821 mil votos em branco. Além disso, mais de 1,3 milhão não votaram.

Publicidade
Publicidade

Eleitores de Flavio Bolsonaro e Pedro Paulo se uniram para eleger Crivella, que teve quase 1,7 milhões de votos válidos. Contabilizando os nulos, brancos, abstenções e votos de Crivella, Freixo teve 3.732,887 milhões de eleitores que rejeitaram apoiar o seu governo

Polêmicas que surgiram durante a campanha eleitoral

A deputada estadual, Cidinha Campos, chegou a acusar Freixo de defender os Black Blocs, estar ligado a uma ONG que teria desviado o dinheiro arrecadado para a viúva de Amarildo e ter envolvimento com criminosos. No decorrer da campanha, até mesmo o pastor Silas Malafaia chegou a gravar um vídeo falando sobre fatos polêmicos, que estariam relacionados com o político.

Com planos de, por exemplo, criar políticas de saúde exclusivas para a mulheres negras, Freixo foi rejeitado pela maioria da população, incluindo os que votaram em um de seus aliados no primeiro turno.

Publicidade

O atual prefeito da cidade, Eduardo Paes, não apoiou nenhum dos dois candidatos, chegando a conferir críticas contra eles no início dessa semana. Paes disse que Crivella é preconceituoso e que Freixo é radical, concluindo sua fala com a expressão: “Pobre Rio de Janeiro”.

Freixo procurou formas de ofender os adversários e se colocar como alternativa contra a corrupção e conquistou muitos eleitores, em sua maioria, jovens da classe média carioca. Mas com a diferença de 536,331 mil votos válidos, Freixo deu adeus a sua nova tentativa de governar o Rio e aguarda a próxima eleição de 2018, para decidir se vai se candidatar à reeleição como deputado estadual ou se ficará se preparando para uma possível nova tentativa de governar o Rio daqui quatro anos. #Marcelo Crivella #Eleições 2016