#Michel Temer realizará um novo programa que impactará diretamente nas ações dos movimentos apoiados pelo antigo #Governo, dentre eles, o famoso #MST (Movimento dos Sem Terra). O movimento não poderá realizar novos assentamentos e perderá o privilégio conferido pelos governos de Dilma e Lula em escolher quem tem direito à distribuição de terras.

O programa do governo federal nada mais é que do a reforma agrária, que até então possui inúmeras irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União. Além de manter um programa que existem desde o governo de Fernando Henrique Cardoso, Temer quer que a distribuição de terras siga requisitos rigorosos, de forma que somente as famílias que, comprovadamente, dependem de tal ação, possam ser contempladas.

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A partir de agora, caberá às prefeituras das cidades com assentamentos, que identifiquem o perfil social de quem realmente não possui terras e não dispõem de qualquer condição de consegui-la, para que o benefício seja contemplado. Nos governos anteriores, o TCU chegou a identificar que até mesmo funcionários públicos tinham obtido terras através do MST. Além disso, muitas pessoas conseguiam uma terra e vendiam por valor superior, tornando os assentamentos, uma forma de investimento financeiro.

Os novos assentamentos estão proibidos e o governo federal, em conjunto com outros órgãos e com as respectivas prefeituras, organizarão e identificarão aqueles que já existem para descobrir a real necessidade de algumas famílias obterem o benefício. Até 2018, Temer deve bater um número recorde na distribuição de terras, jamais atingido nos governos do FHC, Lula ou Dilma.

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Atualmente o presidente se encontra em uma viagem pela Ásia e deve retornar dentro de duas semanas. Assim que o fizer, a reforma agrária será lançada oficialmente, em evento solene. Os líderes de movimentos sociais repudiaram a decisão do governo federal, pois acusam Temer de querer privatizar terras e manter as riquezas concentradas entre poucos. Essa é a segunda vez que os movimentos sociais perdem espaço no governo de Temer.