Em 2009, o ministro #gilmar mendes, concedeu Habeas Corpus ao médico Roger Abdelmassih, que foi condenado por estuprar suas pacientes. Na época, Monica usou as redes sociais para perguntar se o ministro era cúmplice dos crimes praticados por Roger, uma vez que concedeu o remédio constitucional solicitado pelo mesmo.

Gilmar ajuizou ação cível pedindo indenização de R$100 mil por danos morais e na semana passada, o juiz Giordano Resende Costa, do TJDFT (Tribunal de #Justiça do Distrito Federal e Territórios), determinou que Monica pague uma indenização de R$30 mil, mais as custas processuais e honorários advocatícios no valor de 10% do valor da causa.

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Monica procurou não se manifestar sobre a condenação. A decisão foi registrada dia 21 de setembro, mas só agora chegou aos meios de comunicação. Ainda não se sabe se a ex-apresentadora de TV recorreu da decisão.

O juiz da ação entendeu que é possível manifestar a opinião sobre qualquer assunto na internet, desde que essa opinião não fira a dignidade e a honra de terceiros. Respeitando-se o próximo, não existe problema algum em usar meios digitais para expressar uma opinião. Monica ultrapassou o limite e acabou ferindo a honra do ministro, questionando a decisão de maneira sugestiva.

Gilmar Mendes e as #Eleições

O ministro não comentou a ação em que saiu vencedor, mas nesse domingo, 2, falou sobre as eleições e gerou certa polêmica. Segundo divulgou a Folha, Mendes, que é ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), acredita que existe tanta abstenção no dia das eleições, pois não tem punição para os que faltam.

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Pela internet, muita gente começou a criticar o jurista, mas o que muitos não sabem é que a 'punição' que existe para se abster do voto, é de apenas R$3,51, pagos para regularizar o título de eleitor. O título é essencial para quem depende de serviços públicos, mas pode ser útil também para quem não precisa de ajuda social, como na emissão de um passaporte ou para tomar posse em um cargo público.

Milhões de pessoas deixaram de votar nesse domingo, mas ainda assim, o número é menor do que em 2014, quando mais de 35 milhões de cidadãos deixaram de votar nas eleições presidenciáveis. Gilmar também falou que essa eleição foi a mais violenta da história, fato que colocou soldados das forças armadas em dezenas de municípios brasileiros. O ministro salienta que o TSE continuará fazendo o possível para incentivar os brasileiros a votarem e colaborarem para a reforma política. A meta é reduzir a abstenção para 5% do eleitorado.