Michel Temer não perdeu tempo em avançar com reformas drásticas nos apoios sociais e planos fiscais que, segundo o Presidente da República, são essenciais para evitar a falência do Estado. Tal como informa o “Jornal de Notícias”, Temer, depois de ter anunciado a mudança de regras na atribuição do Bolsa Família, pretende fazer reformas fiscais para conseguir, de uma vez por todas, controlar os gastos excessivos do Estado. “A aprovação é fundamental para evitarmos a espiral inflacionária e a recessão”, garantiu Temer recentemente, justificando as muitas reformas e mudanças drásticas que se vão verificar nos próximos meses.

Depois de Dilma Rousseff ter sido oficialmente deposta, após o julgamento que se realizou no Senado, Michel Temer prometeu que iria conseguir acabar com a “mamata” dos apoios sociais que se verificava para milhares de brasileiros, bem como mudanças profundas em termos fiscais, fazendo com que o Estado conseguisse uma receita maior face à sua dívida.

Por isso mesmo, e mesmo com a enorme revolta que essas mudanças estão provocando no povo brasileiro, mas também no PT, Michel Temer, que já garantiu não ter qualquer tipo de problema em ser cada vez mais odiado, vai mesmo avançar para aprovações de leis que ele garante ser cruciais para que a falência do Estado não seja uma realidade no ano de 2024, onde, segundo seus cálculos, a dívida pública poderia atingir os 100% do PIB.

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Precisamente com o objetivo de controlar gastos e aumentar receitas, evitando o que aconteceu por exemplo com Portugal, tendo o país ter sido obrigado a pedir ajuda externa para se sustentar, Michel Temer também já revelou que, quando sair do poder, pretende ter uma reforma que lhe foi prometida, uma situação que poderia não acontecer caso mudanças e reformas profundas não fossem implementadas imediatamente. Nas rede sociais, muitos brasileiros garantem estar revoltados com esses futuros cortes, revelando que com essas medidas drásticas o #Governo de Temer vai fazer com que a pobreza do país aumente consideravelmente, uma realidade que foi combatida ao máximo pelos anteriores Governos petistas. #Crise #Crise econômica