Em agosto, a estudante de jornalismo, que agora se diz estudante de direito, #Patrícia Lélis, surgiu nos meios de comunicação acusando o deputado federal, Marco Feliciano, de estupro e agressão. O problema é que o suposto crime aconteceu quase dois meses antes do assunto ser divulgado e ela nunca fez um exame que comprovasse o crime do qual afirma ter sido vítima.

Nessa semana, Lélis conferiu uma entrevista para o site político Diário do Centro do Mundo. Em uma longa conversa com a repórter Nathali Macedo, Patrícia afirma que o PSC queria que ela namorasse com o deputado federal, Eduardo Bolsonaro, mas ela não quis, pois ele ainda era "uma criança".

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A repórter insiste em saber o que significava ser uma pessoa "muito criança", ocasião em que Patrícia conta que o parlamentar gosta de ficar assediando toda as mulheres e que o político é apenas uma cópia do pai, o também parlamentar, Jair Bolsonaro.

Além das graves acusações contra um dos deputados que mais cresceram em popularidade no último ano, ela também critica outras pessoas e faz acusações contra Marisa Lobo, a psicóloga que Lélis tentou envolver nas duas denúncias, enquanto buscava descobrir algo que incriminasse Feliciano. Na entrevista, ela também criticou a escritora Sara Winter.

Contradições de Lélis

Na semana em que as denúncias de Patrícia explodiram na mídia, o Conexão Repórter, de Roberto Cabrini, entrevistou tanto Patrícia, quanto o parlamentar Feliciano.

Patrícia afirmou que foi abusada pelo deputado, no apartamento funcional dele, dia 15 de junho, às 9h.

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O deputado apresentou imagens de segurança que mostram que ele chegou às 08h56 no Ministério do Trabalho e por lá permaneceu até as 10h, na mesma data em que a jovem diz ter sido abusada.

Patrícia também diz que uma vizinha, que nunca foi encontrada pela polícia ou imprensa, bateu na porta para perguntar se estava tudo bem, ocasião em que ela conseguiu fugir de Marco. Por outro lado, quando o jornalístico do SBT foi ao apartamento funcional do deputado, soube que o parlamentar não possui vizinhas.

Patrícia também afirma que não precisou se identificar para entrar no prédio onde fica o apartamento do político, mas o porteiro disse que todas os visitantes devem ser registrados, inclusive o próprio Roberto Cabrini foi registrado para entrevistar o deputado.

Lélis chegou a dizer que era do PSC jovem e o partido emitiu uma nota para informar que ela nunca foi filiada e que participou de um evento como convidada, não possuindo vínculos com a sigla. A jovem não possui um documento que desminta o partido político.

Há quem diga que as acusações contra o parlamentar possuem cunho político, uma vez que a moça sempre citava partidos da oposição para se defender e agora é vista com filiados do PT e PC do B, além de ter recebido apoio da senadora Vanessa Grazziotin e da deputada federal Maria do Rosário.

Relembre a entrevista com as imagens da extorsão que resultou no indiciamento criminal de Patrícia Lélis:

#Polêmica #Câmara dos Deputados