A PEC 241, referente ao teto dos gastos públicos, está agora em tramitação no Senado. Diante disso, #Renan Calheiros tem em mãos um grande artifício para "encostar" o presidente do Brasil, Michel Temer, na "parede". Após o presidente do Senado criticar a atuação da Polícia Federal, que prendeu agentes legislativos na Operação Métis, um grande desgaste surgiu entre Renan e o ministro da #Justiça Alexandre de Moraes.

O ministro defendeu a ação da Polícia no Senado e isso causou um grande ódio no peemedebista. O Palácio do Planalto já deu sinais para Renan de que pode afastar a qualquer momento Moraes, com algumas mudanças na Esplanada dos Ministérios.

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Renan Calheiros praticamente pediu a Michel Temer a "cabeça" de Moraes e depois ironizou dizendo: "Eu pedi? Isso é competência do Presidente da República" (risos).

O presidente do Senado não parou por ai. Ele entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (#STF), pedindo para que a operação realizada pela PF seja considerada institucional. Inclusive, Renan deixou bem claro, que qualquer ação que tenha no Senado, seja primeiro autorizada por ele ou pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, com o aval do STF.

Explicações

Segundo o peemedebista, o juiz Valisney de Souza deve muitas explicações no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). E como forma de atacar os juízes, Renan recomendou à Câmara, o fim da aposentadoria compulsória aos juízes que forem acusados de improbidade administrativa.

Violência no Senado

O presidente do Senado ressaltou que o Congresso Nacional está sendo vítima de violência institucional.

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"Essas práticas já deveriam ter acabado faz tempo", disse o peemedebista. Renan afirmou que ninguém está acima da lei e não se pode violar os princípios da República.

A fúria de Renan pode trazer grandes problemas para ele, pois a presidente da Corte Suprema, Cármen Lúcia, não concordou com as declarações dele. Conforme ela mesmo disse, "se alguém destratar um juiz, está me destratando também". Cármen também pediu, de forma indireta ao presidente do Senado, respeito ao Judiciário.