O presidente do Brasil, #Michel Temer, do PMDB, está no meio de um turbilhão bastante complicado. Muita gente não o suporta, especialmente depois que ele ficou sendo considerado uma espécie de algoz da ex-presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). Mesmo sendo vice de Dilma, Temer não somente deixou de apoiá-la, como também chegou a fazer críticas públicas, ajudando a jogar a última pá de terra no governo criticado. 

No meio de tudo isso, muitas manifestações aconteceram no país. A companheira #Política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acabou sendo cassada e até um escritório de advocacia de Temer invadido, ainda durante o processo de impeachment.

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Na segunda-feira, 10, no entanto, um ato chamou a atenção dos seguranças de Michel.

Dessa vez, a invasão foi no escritório da presidência da República. O protesto foi contra a votação da PEC 241. Em matéria publicada nesta quinta-feira, 13, pela coluna Radar, da Revista Veja, as ameaças contra Temer ficam melhor evidenciadas. Segundo a publicação, o medo fez com que os esforços para manter Michel vivo e bem fossem reforçados ao dobro.

Primeira-dama ao lado do marido

Além de mais atenção, o controle para saber quem entra e quem sai do andar onde o peemedebista faz os seus despachos aumentou. O andar onde Temer trabalha é o terceiro do Palácio do Planalto, em Brasília. Uma sala também está sendo preparada para a mulher do presidente, a primeira-dama Marcela, que está a cargo do programa social 'Primeira Infância', um braço-direito do 'Bolsa Família'.

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Ela virou embaixatriz do programa social que pode mudar a vida de muitas crianças. 

Andar com mais atenção 

Existe um temor de que alguém haja contra o presidente da República. Os profissionais de segurança temem que algum protestante — ou aparentemente até mesmo algum funcionário - possa chegar até a sala do peemedebista. Este tipo de segurança em torno de líderes mundiais é bastante comum. Nos Estados Unidos, por exemplo, existe um rigor bastante grande em torno de tudo o que acontece com Barack Obama. Até mesmo ex-presidentes, como Dilma, também tem direito a servidores apenas para ajudar em sua proteção.