Lucas Valença decidiu se posicionar sobre as inúmeras matérias que circulam na internet, afirmando que ele foi afastado da #Polícia Federal, passa por um processo administrativo ou investigação. O policial, que encontra-se em férias, informou que não foi punido, tão pouco está proibido de dar entrevistas.

Como se tornou uma pessoa pública após ser fotografado conduzindo o deputado cassado, Eduardo Cunha, no dia da prisão, ele deve atuar internamente por um tempo, para não prejudicar investigações ao ser reconhecido nas ruas. Esse procedimento também foi adotado quando Newton Ishii, conhecido como o japonês da federal, ganhou fama com as prisões de políticos investigados na #Lava Jato.

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Por um tempo, ele ficou realizando trabalhos internos para evitar investigações ou prisões frustradas por conta de seu reconhecimento popular. Desde o mês o passado, Newton Ishii voltou a escoltar políticos e executivos presos.

Quanto a Lucas, o boato começou após o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (FNPF), Luís Boudens, dizer para um colunista de O Globo, que o policial corria o risco de ser punido devido a exposição pública na TV. Entretanto, a informação foi uma resposta a uma especulação sobre essa possibilidade, não configurando uma certeza.

De acordo com as regras da Polícia Federal, os policiais não podem falar publicamente sobre os casos, sem autorização. Em participação ao programa Encontro, de Fátima Bernardes, Lucas afirmou que não poderia falar sobre os casos, apenas confirmando com a cabeça que ele escoltou #Eduardo Cunha.

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O ex-deputado federal, Eduardo Cunha, foi preso no dia 19 de outubro, enquanto se preparava para ir depor para Sérgio Moro.

Com ou sem Lucas na escolta, as investigações continuam

Mesmo com Lucas atuando em outras tarefas até que as pessoas se esqueçam um pouco dele, as investigações da Polícia Federal prosseguem. A mais nova delas e que deve se tornar a principal em breve, é uma nova suspeita contra o ex-presidente Lula. A PF tem indícios para investigar se Lula é dono de uma mansão no Uruguai, adquirida de forma semelhante as outras propriedades investigadas e registradas no nome de terceiro. Lula nega as acusações.