Silas Malafaia ficou muito feliz com a vitória de Marcelo Crivella, que venceu as eleições para a prefeitura do Rio de Janeiro. O pastor foi para as redes sociais comemorar a vitória e usou sua conta no Twitter para postar mensagens polêmicas, que causaram grande revolta nas redes sociais. Malafaia fez questão de criticar a imprensa, Marcelo Freixo (PSOL) e o ativismo gay.

"Ajudei a derrubar todos os candidatos do PSOL, perderam todas. Pede ao ativismo gay para ajudar mais um pouco kkkkkkk", postou em seu perfil no Twitter, para revolta dos internautas que logo colocaram o nome do pastor entre os assuntos mais comentados da rede social na noite deste domingo (30).

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"Você e seu preconceito nojento, pastor. Pode ter certeza que a certeza que você tem da sua salvação é NULA perante a Deus", foi a mensagem deixada por uma usuária do Twitter. Em outros comentários, Malafaia foi chamado de "doente", entre outros termos impublicáveis.

Em outra postagem, Silas Malafaia disse que Marcelo Crivella venceu a "intolerância, preconceito, manipulação jornalística e a esquerda comunista".

Mais uma vez o pastor foi alvo de duras críticas por parte dos usuários do Twitter.

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Para protestarem contra Silas Malafaia, os usuários começaram a divulgar mensagens já postadas pelo pastor, onde ele acaba entrando em contradição com o que hoje é defendido por ele. Em uma mensagem, postada em fevereiro de 2015, Malafaia dá os parabéns a Eduardo Cunha, por vencer e e humilhar o PT.

Em uma outra mensagem postada no Twitter, aparece uma postagem de Silas Malafaia, feita em 2014, onde ele convida a todos do Rio de Janeiro para assistirem a um vídeo em que mostra porque ninguém deve votar em Marcelo Crivella. Certamente uma postagem bem diferente da que ele fez agora, comemorando a vitória de Crivella.

Em outra postagem, de março deste ano, Malafaia diz que Marcelo Crivella é um dos senadores mais petistas e ainda disse que ele tem cara de cínico.

Resta saber se Crivella vai esquecer as antigas postagens de Silas Malafaia e firmar uma parceria com ele. #Polêmica #Eleições 2016 #Política