O presidente do Brasil, #Michel Temer, pretende mudar o sistema previdenciário e isso pode favorecer um aumento da sua impopularidade, Mas segundo Temer, isso é necessário para que o País volte a crescer. Temer afirmou que essa reforma já deveria ter sido feita no #Governo da ex-presidente Dilma Rousseff, mas houve "covardia" por parte da gestão dela. De acordo com o presidente, Dilma ficou com medo de fazer as mudanças necessárias e perder popularidade.

Esse projeto de lei para mudanças no sistema da Previdência, será enviado ao Congresso após as eleições deste domingo (02).

Temer não está preocupado com sua popularidade, disse ele em uma entrevista aos jornais da Argentina.

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O presidente comentou que se ele chegar ao final do seu governo com 5% ou 2% de aprovação, mas com o Brasil no caminho certo e dentro dos trilhos, já será algo prazeroso e ele estará muito satisfeito com isso. 

Temer foi contundente e ressaltou aos jornais argentinos, que ele não será "covarde" e tomará decisões difíceis e impopulares, porém de grande benefício para o Brasil. "Eu tenho coragem para adotar as medidas", disse o peemedebista.

Apoio

Michel Temer afirmou que precisa do suporte dos parlamentares para que as medidas de reformas trabalhistas e previdenciárias sejam aprovadas e aos poucos ele falou que sua imagem irá sendo mais bem vista pelos brasileiros.

Para ter apoio em seus programas de reformas, o presidente se reuniu com vários empresários, quando ele ainda estava como interino, e isso foi importante para aumentar a confiança dos empresários na economia no país.

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Operação Lava Jato

O presidente comentou mais uma vez que não atrapalhará a Operação Lava Jato e quer que a corrupção seja dizimada no país. Temer disse que todas os detalhes da Operação estão apenas com a Polícia Federal e que as declarações do ministro da Justiça Alexandre de Moraes não significam que o governo tem acesso às informações da força-tarefa.

No final da entrevista, o peemedebista comentou sobre o Mercosul, dizendo que a intenção não é tirar a Venezuela do bloco, mas sim que o país se regularize. #Dilma Rousseff