O governo #Michel Temer, através do Ministério do #Turismo, fará parcerias e buscará estratégias para estimular a geração de #Empregos no Brasil. O ministro do Turismo, Marx Beltrão, participou de um evento juntamente com o presidente e está muito otimista com a possibilidade desse setor ser uma grande força para impulsionar a economia do país.

O Ministro disse que o Brasil é a décima economia de turismo do mundo e a que está em primeiro lugar em recursos naturais. Segundo Beltrão, esse setor estratégico irá, com certeza, ajudar muito o país no alcance de mais empregos para o povo.

De acordo com Beltrão, existem 60 milhões de turistas viajando pelo país e com o incentivo do governo isso pode duplicar.

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"Geraremos mais postos de trabalhos e aumentaremos o número de turistas estrangeiros no país", afirma o ministro.

Potencial Turístico

O ministro do Turismo disse que é necessário programas de profissionalização e incentivo para que possamos atender bem as pessoas que vem visitar o país e proporcionar um bem-estar aos visitantes, para que eles possam sempre voltar. "O Brasil é muito rico em recursos naturais e temos que aproveitar essa riqueza, com oportunidades ao povo brasileiro", ressaltou Beltrão.

O turismo pode ajudar o país a dar um grande salto na economia, gerando renda, emprego e atraindo investidores. Com isso, o Brasil também poderá ter uma imagem melhor no exterior. Vale lembrar que 88% dos estrangeiros que vieram aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, disseram que pretendem voltar em breve ao país.

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Michel Temer comentou que esse governo terá sempre grande preocupação em criar empregos e o ministro Beltrão traçará um panorama dos resultados que podem ser obtidos com o turismo na geração de trabalho.

Polêmica

Marx Beltrão assumiu o cargo em meio à polêmicas. Ele é réu no Supremo Tribunal Federal (STF), pois foi denunciado pela Procuradoria da República, por informações falsas de comprovantes previdenciários, quando era prefeito de Coruripe, Alagoas. O ministro disse estar tranquilo em relação a isso, por se tratar, segundo ele, apenas de erro administrativo.