O presidente #Michel Temer (PMDB) havia enviado ao Congresso Nacional uma proposta de reajuste fiscal para algumas áreas sociais, como a área da Educação e da Saúde. A PEC apresentada pelo presidenciável e aprovada propôs a diminuição de investimentos nessas duas áreas citadas – 33,7 bilhões de reais para a educação e R$ 94,9 bilhões para a saúde – valores consideravelmente menores do que os investidos no ano passado, quando a ex-presidente Dilma Rousseff estava no comando do país. Por outro lado, Temer não fez redução de investimentos no programa “Bolsa Empresário" – que envolvem subsídios e desonerações destinados ao setor produtivo do país – que permanecem nos mesmos 224 bilhões de reais.

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Já o popular “Bolsa Família”, segundo o portal Folha de São Paulo, terá investimento da PEC 241 de Temer de 29,7 bilhões de reais em 2017 – um valor consideravelmente menor que o do ano de 2016 – e o próprio presidente já havia ‘cortado’ do mesmo programa milhares de cadastros irregulares em atualizações feitas enquanto Michel esteve como presidente interino e, também, após a confirmação dele como presidente do Brasil.

O congelamento de investimentos nas principais áreas do país se dará durante os próximos 20 anos e foi aprovado na semana anterior, uma segunda-feira, (10), no Congresso Nacional. Na votação da Câmara, 366 deputados votaram a favor dos reajustes nas principais áreas sociais do país, ou seja, 58 políticos acima do que era necessário para a aprovação da PEC 241.

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Isso revoltou grande parte dos defensores dos partidos de esquerda no Brasil, como o PT e o PCdoB. 

Um dos detalhes que também chamou bastante atenção dos leitores é que a PEC também propôs, a depender das circunstâncias econômicas do país, congelar o salário mínimo durante vinte anos – isso significa que o salário mínimo pode ficar sem aumentos reais durante muitos anos. Porém, após passar pela Câmara dos Deputados, a proposta segue para o Senado Federal para que os senadores avaliem e votem a favor ou contra a PEC de Temer. De acordo com informações, o governo intenciona que esse projeto seja aprovado até o fim do ano e, com isso, já existe uma ‘correria legislativa’ nem Brasília.   #Mural de Notícias