Os candidatos Donald Trump e Hillary Clinton encerraram ontem (7) suas campanhas para a presidência nos #Estados Unidos, e Hillary conta com vantagem de 2,9 porcentuais, segundo pesquisa realizada pelo site RealClearPolitics. A pesquisa mostra que existe entre 68% e 98% de possibilidade de Hillary ganhar as eleições. Outra pesquisa feita pelo site FiveThirtyEight, site do estatístico Nate Silver, apontam para as mesmas projeções. Esse site também previu corretamente quem venceria as eleições de 2012.

Ontem em discurso Hillary pediu aos americanos que votassem por uma América "inclusiva" e "esperançosa". Já Trump criticou a elite política, dizendo que acha o sistema corrupto, e que se ganhar poderá mudar essa realidade.

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Nas últimas horas de campanha, os candidatos disputavam votos nos Estados cruciais, onde se encontravam empatados, ou os democratas ainda não dominavam as intenções de votos. Na Filadélfia, Pensilvânia e Michigan, territórios que são tradicionalmente democratas, sofreram uma queda nas intenções de voto. Trump também se apresentou nos Estados de Carolina do Norte e New Hampshire, onde está empatado com Hillary.

O republicano argumenta que aposta em "maioria silenciosa" evocada por Richard Nixon em 1969, que ficou muito popular entre os conservadores. A expressão é um apelo a um país que é contra os interesses de grupos minoritários. Ele também tem a atenção de brancos sem diploma universitário, que vem de uma classe operária onde havia uma grande prosperidade na indústria, e que ficou infeliz ao ver que a minoria se tornou prioridade do governo.

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Já Hillary, além de ter o apoio da maioria dos Latinos e imigrantes, a maioria dos negros também a preferem, segundo pesquisas 9 em cada 10 negros votariam nela. Os negros são 13,8% da população estadunidense.

O desafio do novo presidente dos EUA      

O desafio do próximo presidente americano será o de reconciliar a América partida, já que existe um índice recorde de rejeição acima de 50% para os dois candidatos. Essa eleição sem dúvida entrará para a história por conta de uma polarização que há anos não acontecia. Até mesmo a presidente do Partido Democrata, Debbie Schultz, declara: "Essa corrida rachou a todos nós". #hillary clinton #Eleições EUA 2016