Enquanto segue as voltas com o Judiciário, governo e oposição também mantém um olho nas delações premiadas acertadas por executivos da empreiteira #Odebrecht com o Ministério Público Federal (MPF). Segundo matéria veiculada pelo Estado de S. Paulo neste domingo, dia 13, os acordos realizados pelos procuradores com os executivos podem fazer com que a Operação Lava Jato dobre de tamanho e traga à tona o envolvimento de ainda mais políticos com supostos esquemas de #Corrupção e desvio de verba pública.

Segundo noticiado, obras de infraestrutura como aeroportos, rodoviárias, usinas e mais; bem como construções viabilizadas por acordos com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS); podem compor o novo pacote de denúncias que serão apresentadas pelos investigadores da #Lava Jato nos próximos meses.

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A operação federal é conduzida a partir de Curitiba, capital do Paraná, e tem como figura central o juiz Sérgio Moro, que nos últimos meses se tornou um dos nomes mais comentados entre a população.

Especula-se que as delações revelem esquemas de corrupção realizados através da petroquímica Braskem, empresa cujos sócios majoritários são a Petrobrás e a própria Odebrecht. Uma das delações mais aguardadas é a do ex-presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, que pode colocar importantes políticos no centro da furação da Lava Jato.

Entre os nomes mais comentados está o do ex-presidente Lula, que nega qualquer conhecimento ou participação nos esquemas investigados pela Lava Jato.