O presidente do Brasil, Michel Temer, sabe que terá grandes obstáculos pela frente para conseguir aprovar a reforma previdenciária no Congresso Nacional. De acordo com Temer, é necessário "medidas amargas" para que a economia volte a se reerguer e a reforma da Previdência é um dos grandes passos para isso.

O jantar oferecido pelo Palácio do Planalto é uma forma de mostrar ao #Senado Federal que o Brasil vive uma recessão econômica profunda e várias medidas, mesmo que impopulares, devem ser tomadas. A PEC, que limita o teto dos gastos públicos, é um dos pontos necessários e principais para retomada do crescimento e ajuste de contas, ressaltou o presidente.

Publicidade
Publicidade

Consciência nacional

#Michel Temer acredita que as pessoas vão entender que essa reforma previdenciária é fundamental e na visão dele, já existe uma consciência do povo para com isso. "Se analisarmos os outros países, veremos que eles possuem uma natureza de previdência diferente da nossa. É como se estivéssemos em um outro planeta", disse Temer.

Segundo o peemedebista, não é normal o país estar afundado em um déficit de R$ 170 bilhões. É necessário depois da previdência, realizar uma reforma trabalhista, comentou o presidente. "O nosso tempo no governo federal é curto, precisamos agir rapidamente".

Crítica

O presidente do Brasil aproveitou a reunião com os senadores e fez algumas críticas a ex-presidente Dilma Rousseff. Temer observou que vários parlamentares nunca tinham entrado no Palácio da Alvorada e achou um absurdo.

Publicidade

"É estranho muitos de vocês nunca terem pisado aqui", admirou o peemedebista. Ele ainda disse que os Poderes: Legislativo e Executivo devem sempre estar em união e harmonia e presentes no Palácio da Alvorada.

O jantar oferecido por Temer tem o intuito de mobilizar a base aliada para votarem a favor da PEC. Os gastos com a reunião está em torno de R$ 7 mil.

No início do encontro, alguns manifestantes, uns 80 mais ou menos, protestaram com cartazes e faixas contra essa Proposta Constitucional que limita o teto dos gastos públicos. #pec 241