Rosângela Wolff Moro é advogada e esposa do juiz federal Sérgio Moro. Ele é o responsável pela condução dos trabalhos em primeira instância de uma das maiores operações de combate à corrupção no País; a Operação Lava-Jato. Sua esposa realiza um trabalho como procuradora jurídica na Federação Nacional das Apaes (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais),  desde o ano de 2013. Rosângela trabalha em defesa de crianças e adolescentes portadores de deficiência mental. Rosângela Moro foi convidada em setembro por Vanuza Jardim, que é representante da Organização das Nações Unidas (ONU), para que possa palestrar na entidade em prol de excepcionais e à sua causa.

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Rosângela aceitou o convite de Vanuza, através da Portuguese Language Institute (POLI). A esposa de Sérgio Moro poderá palestrar perante o mundo todo, na data mai provável em 02 de dezembro deste ano.

Bandeiras defendidas por Rosângela Moro

Uma das principais bandeiras defendidas pela esposa do juiz Sérgio Moro, é de que as escolas particulares estejam totalmente preparadas para receberem alunos com deficiência. Ela teve como uma de suas principais ações no Brasil, em defesa das Apaes, ter ido ao Supremo Tribunal Federal (STF), com o intuito de que fosse aplicado o Estatuto da Pessoa com Deficiência. A sustentação ocorreu no mês de junho deste ano. Durante aquele período em que pôde expôr a sua sustentação no Supremo Tribunal Federal, Rosângela Moro mencionou um relatório da ONU, que critica escolas brasileiras que se recusaram, de certa forma, em matricular alunos portadores de deficiência ou até mesmo, cobrar taxas extras para que as matrículas pudessem ser efetivadas.

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Palestra na ONU

O discurso de Rosângela Moro poderá expôr como são tratadas as pessoas com deficiência no Brasil, além de apresentar conquistas e avanços sobre esse tema. Segundo Rosângela, "a defesa da Constituição deve-se aplicar às pessoas com deficiência, de modo que possam estudar na rede regular de ensino preferencialmente, sem que seja excluída a escola especializada", ressaltou a advogada. Ainda, segundo Rosângela Moro, "não há segurança de que as escolas públicas regulares tenham essas condições e torna-se necessário dar condições reais ao aprendizado". afirmou. #SérgioMoro #Governo #Lava Jato