Após a vitória de Donald Trump, inúmeras discussões se iniciaram no cenário político nacional e internacional. Movimentos de esquerda usaram as redes sociais para dizer o quanto estão assustados com a vitória do republicano. As críticas partiram de militantes, grupos e políticos conhecidos, como Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, entre outros.

Logo após a repercussão da eleição americana e de internautas colocarem o nome de Jair Boslonaro nos assuntos mais comentados das redes sociais, um site que, segundo a Folha de S.Paulo e o jornalista Reinaldo Azevedo, da Veja, era bancado pelo governo de Dilma e teve as verbas canceladas por Michel Temer, fez uma matéria para ‘alertar’ as pessoas sobre uma possível vitória de #Jair Bolsonaro, em 2018.

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O texto critica tanto Jair, quando #Donald Trump, além de ligar o deputado federal ao líder nazista, Adolf Hitler. A publicação, que é compartilhada por parlamentares do Partido dos Trabalhadores e aliados, afirma que Trump era um candidato improvável, que ninguém acreditava na vitória, mas que em uma votação acirrada, acabou levando a melhor sobre Hillary. Da mesma forma, os seguidores das ideologias de esquerda, temem que o mesmo aconteça no Brasil, e afirmam que Bolsonaro e Trump possuem muito em comum, além de terem popularidade entre seus seguidores no atual momento político.

Em determinado ponto do texto existe um alerta: “Abram os olhos para essa ameaça”. O deputado federal, que cresceu em popularidade durante o processo de impeachment de Dilma, não é mais visto como um ‘nanico’ político, mas sim como um candidato que não só pode bater de frente com os políticos já conhecidos do Brasil, como tem chances de sair vitorioso das urnas.

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Não é a primeira vez que surge um alerta de “ameaça Bolsonaro". Em 2015, o Partido dos Trabalhadores lançou o seu caderno de teses, que está disponível para download em pdf no próprio site do #PT, onde inclui, no artigo 157, a cassação do deputado como uma das prioridades da sigla. Essa foi a primeira vez que um partido focou, explicitamente, na queda de um parlamentar e não de um outro partido ou ideologia.