Investigações americanas colocam em evidência o surgimento de um elo entre dirigentes de times de #Futebol com contratos da #Odebrecht, a empreiteira é alvo investigações nas operações da Lava Jato. O Departamento de Justiça dos EUA teria cruzado informações que envolvem as construções de estádios para a realização da Copa do Mundo de 2014. Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero e o ex-secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, são os cartolas que estão sendo investigados pela polícia americana. Desde o ano de 2015, investigadores apontam que eles teriam envolvimento com a Odebrecht.

A construção do estádio Arena Corinthians teria sido realizada após um acordo entre Ricardo Teixeira e Valcke, eles teriam tirado a Copa do estádio do Morumbi para que a Odebrecht realizasse a construção da Arena em Itaquera.

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Valcke foi excluído do mundo futebolístico após suspeitas de #Corrupção. A Polícia Federal citou que e-mails mostram que Marcelo Odebrecht falou sobre "recursos adicionais" em referência à construção da Arena Corinthians.

Cerco fechado

Os EUA solicitaram ajuda para a Suíça. Foram passadas informações de bancos suíços para que analisem contas que eram controladas por Teixeira, dessa forma procuradores americanos obtiveram mais informações.

Investigadores observam a Odebrecht, com parceria com a Lava Jato. Outra investigação paralela cita que a empreiteira é acusada de suspeita de fraude por superfaturamento na construção da Arena Pernambuco, o valor chegaria a R$ 42,8 milhões. A fraude estaria em agentes públicos que foram corrompidos favorecendo licitações internacionais e ajudando o recurso de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Outras informações é que a reforma do estádio do Maracanã desviou recursos para partidos políticos, a Odebrecht permitiu, liberando o consórcio para este fim.

O Departamento de Justiça dos EUA está cruzando informações dos processos e apontando que dirigentes se aproveitaram, recebendo regalias da Odebrecht, eles observam se cartolas do caso da Fifa também participaram dessa ação. O Brasil ainda não está cooperando com escândalos do futebol com os americanos, tornando dificultoso para a Justiça dos EUA.