A conta oficial da Força Aérea Brasileira (FAB) fez uma publicação nesta quinta-feira (10) na qual elogiou o posicionamento do deputado Federal Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ), em uma postagem em que o deputado dizia “Renuncio se provarem que ofendi Jean Willys”.

O post da FAB repercutiu bastante nas redes sociais, e mesmo antes de ter sido apagado, admiradores do deputado e das Forças Armadas compartilharam e encheram o post de mensagens. Após a grande repercussão a assessoria da FAB enviou mensagens aos usuários dando explicações sobre a mensagem.

No post da FAB estava escrito: "Aquele momento que surge uma esperança!".

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Essa frase foi muito bem aceita pelos seguidores no Twitter, mas para evitar problemas futuros foi apagada pela assessoria da FAB. Após tentativa de da imprensa em obter uma explicação do episódio, Centro de Comunicação Social da FAB disse à imprensa que a postagem sobre #bolsonaro teria sido divulgada de forma "indevida".

Jean Willys é alvo do conselho de ética

O Conselho de Ética da Câmara dos deputados aceitou na última terça-feira (4), um processo disciplinar que julgará se o deputado Jean Willys (PSOL-RJ) quebrou o decoro ao agredir Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ) durante a votação que abriu o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Conselho de Ética

Na votação que abriu o processo que levou ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o deputado Federal Jair Bolsonaro homenageou a memória do coronel Carlos Brilhante Ustra, que foi um algoz da esquerda durante o regime militar.

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A homenagem feita por Bolsonaro causou um rebuliço entre os deputados de esquerda, entre eles se destacou o deputado Federal Jean Willys (PSOL-RJ), que após votar contra a abertura do processo de impeachment cuspiu em Bolsonaro. O deputado Jean Willys se defendeu dizendo que só cuspiu em Bolsonaro porque teria sido ofendido anteriormente.

Em gravações da sessão na qual os parlamentares estavam votando, não é possível ver ou ouvir o Jair Bolsonaro ofendendo Jean Willys, a única fala que as câmeras dos celulares dos parlamentares que lá estavam conseguiram gravar de Bolsonaro foram “tchau querida”, em referência a possível perda do poder em referência à ex-presidente Dilma com o impeachment. #Política #Congresso Nacional