Estamos há dois anos das #Eleições presidenciais. Muitos nomes de candidatos estão sendo especulados. Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ex-presidente da República, o senador Aécio Neves (#PSDB), o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e até o próprio Michel Temer (PMDB) são nomes que estão na mente das pessoas de prováveis candidatos a presidentes da República. Mas será que alguém acredita na candidatura de Fernando Henrique Cardoso? Talvez nem o mais saudosista dos tucanos talvez acreditasse na candidatura do criador do plano real. Mas, por incrível que pareça, #FHC foi lançado (numa página do Facebook) nessa quinta-feira (3) pelo ex-deputado Xico Graziano.

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O ex-deputado (que também já foi chefe de gabinete de FHC), além de ter lançado a página na rede social, também lançou um site chamado “FHC Presidente”. Além do incentivo na internet, o ex-deputado escreveu um artigo para o jornal Folha de São Paulo defendendo a volta do ex-presidente.

Graziano avisou FHC sobre a iniciativa

O ex-deputado afirmou que conversou e avisou o ex-presidente sobre a campanha que faria diante da mídia para incentivar o retorno dele ao cenário político nacional. Ao jornal Folha de São Paulo, Graziano afirmou que a idade de FHC não seria um empecilho. Atualmente o ex-presidente está com 85 anos. Em relação a isso ele preferiu fazer uma comparação com o britânico Winston Churchill, ex-ministro que voltou a política de seu país com 76 anos.

“Churchill retornou e pacificou seu país.

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A experiência pode favorecer o país. Já a juventude pode trazer um louco ao poder”.

Para defender ainda mais a sua tese, Graziano afirmou que as opiniões de FHC tem sido referência em momentos difíceis e de crise no país e que o ex-presidente sempre foi procurado, não somente por políticos (de todos os partidos), mas também por ministros e magistrados. Em seu ponto de vista, a opinião de FHC sempre foi um ponto de equilíbrio em momentos difíceis.

Caso não seja candidato a presidente, o nome de FHC também é cotado para disputar a presidência do Tribunal Superior Eleitoral, caso haja cassação da chapa Dilma-Temer.