O deputado federal, #Jean Wyllys, já se envolveu em algumas polêmicas de repercussão nacional. Dentre elas, o fato de ter cuspido no deputado Jair Bolsonaro, alegando que se defendeu de uma quase agressão. Horas depois, foi desmentido por imagens de uma emissora de TV, que mostraram quando ele planejava cuspir no algoz político e o fez, instantes depois.

Além desse fato, que é o mais recente, Jean tem um histórico de polêmicas, algumas entretanto, foram inventadas por internautas. Por conta disso, o próprio parlamentar decidiu dar um basta nos boatos e lançou uma nova página em seu site pessoal, chamada ‘verdade ou mentira’, onde esclarecerá a verdade sobre os fatos que o envolvem e que circulam na web.

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Logo após a publicação de Jean sobre o assunto, que ocorreu após as 16h da última quarta-feira, 2, o mesmo recebeu comentários variados dos internautas. Alguns manifestaram apoio e outros o criticaram, dizendo que ele e o PSOL, seu partido, são os primeiros que espalham mentiras sobre os adversários.

Veja a publicação:

A decisão do político, coincidentemente, surgiu logo depois do acórdão de uma ação que o mesmo perdeu para o Facebook, ser divulgado pelo Observatório do Marco Civil da #Internet. No referido processo, o parlamentar exigiu que a rede social deletasse um vídeo montagem de falas ditas por ele, mas que julgou serem ofensivas a sua imagem, na edição divulgada. A ação também pedia que o mesmo vídeo fosse impedido de ser publicado novamente, sob pena de uma multa de R$100 mil por dia de descumprimento.

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O Facebook removeu o vídeo e disponibilizou os dados do internauta que o propagou, mas apelou sob o argumento de que, não é possível bloquear a publicação de um conteúdo sem saber do que se trata, bem como criar uma filtragem prévia de publicações, iria ferir o Marco Civil da Internet. A justiça acatou o pedido do Facebook e diminuiu a multa de R$100 mil por dia para R$10 mil. O conhecimento do pedido de Jean contra a rede social acabou irritando muitos internautas, que entenderam que ele queria censurar a internet.

Atualmente Jean passa por dois processos por quebra de decoro no Conselho de Ética da Câmara. Apenas um deles já tem prazo para ser julgado, que é o decorrente de seis representações por ter cuspido em Bolsonaro. A Mesa Diretora sugeriu uma suspensão, não remunerada, de seis meses para o deputado. A instrução de testemunhas ocorrerá na próxima semana. O prazo total para definir a decisão é de 90 dias: 30 para a instrução e mais 60 do Conselho de Ética. A resposta deve ser definida em fevereiro. #Câmara dos Deputados