Nesta sexta-feira, 11, a revista 'Isto É', uma das maiores do país, publicou uma reportagem em que fala a respeito de uma suposta propina recebida pelo ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva, do partido dos trabalhadores, PT. A revista traz o que seria uma delação premiada do ex-diretor de uma das maiores empreiteiras do país, Marcelo Odebrecht. De acordo com Odebrecht, em determinado momento, ele fez um acordo com o ex-presidente que envolveu milhões de reais. Segundo o empresário, o companheiro de Dilma Rousseff na política teria recebido um montante de aproximadamente oito milhões de reais em dinheiro vivo.

É bom lembrar que, atualmente, Lula é réu em três investigações envolvendo a operação Lava Jato. Ele é acusado de crimes como ocultação de patrimônio, lavagem de dinheiro, organização criminosa, corrupção passiva e tráfico de influência, através de sua atuação do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES).

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As acusações contra Lula são bastante graves. No entanto, assim como aconteceu em diversas vezes, o representante do PT continua a se dizer inocente.

De acordo com ele, nada até agora teria sido provado, mesmo com documentos e diversas entrevistas com testemunhas virem à tona. Lula argumenta que está sendo vítima de uma perseguição contra ele, e isso seria para impedir a sua chegada à presidência da República, em 2018. Pesquisas realizadas para saber a intenção de voto à presidência, na próxima eleição, exibem que ele tem mesmo alguma chance de chegar novamente ao poder.

A matéria da revista 'Isto É' diz que recursos repassados a Lula teriam vindo do setor de operações estruturadas da Odebrecht. Esse departamento era conhecido internamente como departamento da propina. As informações já estão com a Polícia Federal e anexadas a mais de 300 documentos diferentes.

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Lula teria recebido a maior parte do dinheiro entre os anos de 2012 e 2013. A revista diz que isso é a prova mais do que definitiva para provar o conceito de corrupção, afinal, o dinheiro foi pago em espécie e não passou pela fiscalização da Receita Federal.