Michel #Temer fez questão de explicar por que o Brasil, caso não controle rapidamente seu gastos, corre o risco de, dentro de seis anos, entrar em falência. Contudo, tal como informa o jornal “Folha S.Paulo”, o Presidente da República organizou, na passada segunda-feira, dia 7 de novembro, uma festa luxuosa de samba convidando Neguinho da Beija Flor e gastando, praticamente, 600 mil reais do #Dinheiro público para celebrar o centenário do samba.

Desde que chegou ao poder, depois de Dilma Rousseff ter sido destituída em um processo de “impeachment” que durou vários meses, uma das grandes prioridades de Michel Temer foi, de uma vez por todas, conseguir reduzir o déficit do estado brasileiro, reduzindo significativamente os custos elevados que estavam sendo praticados pelos Governos de Lula e Dilma nos últimos anos de poder.

Nesses cortes profundos, uma reforma total na forma como se atribuiu o Bolsa Família a centenas de milhares de famílias brasileiras foi uma das medidas mais polêmicas, mas que acabou sendo muito aplaudida pelos brasileiros, que sentiam que existia muita “mamata” no maior apoio social do Brasil.

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Porém, se a retórica de Temer é de poupar ao máximo os gastos públicos, a verdade é que o Presidente não tem problemas em gastar pequenas fortunas em uma festa comemorativa de samba para alguns convidados, gastando dinheiro que poderia, perfeitamente, ser investido para outro tipo de iniciativas sociais.

Na verdade, a descoberta do valor gasto por Temer nessa festa do samba, que se realizou no Palácio do Planalto, acabou chocando muitos brasileiros, que não conseguem perceber como veem cortes radicais em apoios sociais e, ao mesmo tempo, veem seu dinheiro pago pelos impostos ser gasto em eventos de importância questionável. “Se não cuidarmos da contenção dos gastos, em 2023, 2024, será 100% do PIB, o Estado brasileiro irá à falência”, revelou de forma muito clara, durante uma entrevista à rádio “Itatiaia”, tentando justificar as medidas extremas que têm tomado no seu ainda curto e muito polêmico #Governo, que deverá durar até 2018.

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