Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2015 de tornar inconstitucional a doação empresarial para campanhas políticas, as eleições municipais de 2016 tiveram que se adaptar a nova regra. Uma saída para injetar dinheiro foi a doação por parte dos próprios partidos aos seus candidatos. O líder nesse quesito foi o #PMDB.

O partido liderou com a doação de 14 milhões de reais para serem divididos entre seus 16 candidatos à Prefeituras das capitais. O PMDB ainda doou R$ 1,2 milhão para cada candidato aliado ao partido. O segundo lugar ficou por conta do PRB, que doou R$ 15 milhões para cada um de seus seis candidatos nas capitais.

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O partido ainda ofereceu R$ 100 mil para os aliados.

Dinheiro próprio

Alguns candidatos milionários não precisaram contar com a ajuda de seus partidos para abastecer suas campanhas. O futuro prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), colocou R$ 3,9 milhões em sua campanha. Carlos Amastha (PSB), eleito em Palmas, retirou R$ 3,8 milhões de sua conta bancária para investir na campanha. Alexandre Kalil (PHS), prefeito eleito de Belo Horizonte, investiu R$ 2,2 milhões. Dr. Hildon Chaves (PSDB), novo prefeito de Porto Velho, colocou R$ 1,6 milhão do próprio bolso.  #Eleições 2016 #Dentro da política