O novo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou sua conta na rede social "Twitter" para mostrar que está descontente com o governo de Raúl Castro, em #Cuba. Trump diz que Cuba terá que promover um melhor acordo para os Estados Unidos, assim como para o próprio povo cubano e para os cubano-americanos. A ameaça dada por Trump é que se Cuba não mudar, o acordo feito com os Estados Unidos não irá mais existir.

O americano eleito foi o único candidato que apoiou um reencontro entre #EUA e Cuba, o motivo seria que para engatar votos no estado da Flórida, região que se concentra maior número de cubanos. Trump teria dito que iria cancelar medidas já propostas pelo presidente Barack Obama, desde que o governo de Cuba, reparasse o que ele chamou de "liberdades da ilha".

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Os muitos cubanos que estão nos EUA vieram quando se opuseram à Revolução Cubana.

Reince Priebus, o próximo chefe do gabinete do futuro presidente Donald Trump, disse, no último domingo (27), que Cuba terá que se movimentar para se reaproximar dos Estados Unidos, em suas palavras: "Cuba deverá fazer alguns movimentos para que tenha um relacionamento com os EUA”.

Resposta da Casa Branca

O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, avaliou que as falas de Trump em seu Twitter, não são fáceis de colocar na prática, e que vai muito além de uma simples publicação. Cuba está se reaproximando dos EUA devido ao presidente Barack Obama, e que isso seria consequências de situações de âmbito econômico e diplomático.

Para o porta-voz, simplesmente revogar os acordos é como se fosse um "golpe" à população cubana, ele também citou grandes empresas americanas no ramo de turismo, como a Marriott, Starwood e a Airbnb que têm operado na cidade latino-americana, Earnest lembrou que o setor agrícola também foi beneficiado.

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Fidel Castro

Quando anunciada a morte do ex-presidente cubano, #Fidel Castro, o futuro presidente Trump o nomeou como um "brutal ditador", já o presidente Obama avaliou que a história de vida de Fidel é quem o "julgará". O porta-voz de Obama defendeu a atitude do presidente ao se pronunciar.