Fernando Holiday foi reconhecido rapidamente pelo povo brasileiro após ser eleito vereador do estado de São Paulo, causando grandes polêmicas nas redes sociais. Pertencente ao grupo 'Movimento Brasil Livre' (MBL), Holiday lutou e batalhou para derrubar a presidente Dilma Rousseff (atualmente expulsa do cargo), utilizando mecanismos online. Esta atitude facilitou a sua candidatura a vereador pelo partido Democratas (DEM). Fernando irá iniciar seu mandato apenas dia 1º de janeiro, porém já está decidido sobre algumas propostas, sendo a principal  delas a exclusão da famosa e polêmica cota racial para os negros.

Holiday divulgou em uma rede social que iria encaminhar as suas propostas para a Câmara e que faria de tudo para que fossem aprovadas e aplicadas na maior cidade do País (São Paulo).

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Ele afirma que vai batalhar contra a vitimização. Toda essa reviravolta afetou até o feriado da Consciência Negra. Utilizando a rede social Facebook, Holiday publicou postagens dizendo que não é necessário promover a cor da pele de uma pessoa e sim a consciência humana. Para complementar disse que basear um dia apenas na pele negra não é sinônimo de igualdade. 

As postagens provocaram polêmica. Lucas Rodrigues, um seguidor, elogiou Holiday e disse que é raro encontrar pessoas assim como ele, que buscam falar sobre esses 'tabus' que a sociedade brasileira cria. Em contrapartida uma seguidora anônima acusou Fernando Holiday de racismo. Esta acusação abalou o vereador, que respondeu utilizando fatos históricos. Para finalizar, Holiday disse que "ninguém aqui (na rede social) estava presente na assinatura da Lei Áurea".

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Crime eleitoral

Após sua vitória como vereador, Holiday teve envolvimento em uma grande polêmica. Há suspeitas de que ele tenha cometido crime eleitoral, sendo assim o Ministério Público Eleitoral pediu um inquérito contra o próprio. 

O suposto crime eleitoral é que Holiday tenha feito campanha em sua pagina na rede social no dia da eleição, ato proibido pela lei eleitoral e ato criminal. Holiday afirma que vai recorrer a decisão. #Eleições 2016 #Política