As investigações da Polícia Federal, através da força-tarefa da Operação Lava-Jato, se aprofunda em investigações que se inserem sobre os desvios bilionários dos cofres públicos da #Petrobras, através da ação de empreiteiros, políticos e operadores do esquema de distribuição de propinas. A Operação Lava-Jato é comandada em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, a partir das dependências da sede da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná. O ex-deputado pelo estado do Rio de Janeiro, #Eduardo Cunha, encontra-se preso na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba. Cunha está preso devido à denúncias e acusações de ter sido beneficiado no esquema de recebimento de propinas, provenientes de cofres públicos da Petrobras.

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Quebra de sigilo

As investigações da Lava-Jato dão conta de que através de uma ação de quebra de sigilos e dados do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, tornou-se possível a identificação de quem seria o 'testa de ferro' do ex-parlamentar. O Ministério Público Federal é ligado à Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE), do Rio de Janeiro. Trata-se de Sidney Roberto Szabo, que efetuava pagamentos em espécie para a família de Cunha, segundo análise da Procuradoria da República. As descobertas se deram a partir de mensagens da publicitária Danielle Dytiz da Cunha, que é filha de Eduardo Cunha e de mensagens da jornalista Cláudia Cruz, esposa de Cunha. A atuação é comprovada através de diversos e-mails que foram encaminhados a Sidney Szabo, pela filha e esposa do ex-deputado.

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Pode-se mencionar mensagem encaminhada na data de 21 de março de 2012, na qual Sidney Zzabo questiona o contador Paulo Lamenza sobre qual valor de nota fiscal, se "ter 40 líquido". Em outra mensagem encaminha via e-mail, a esposa de Cunha, Cláudia Cruz, encaminha a Szabo, solicitação para que seja efetuada transferência referente ao "carro de Jesus". Em outra mensagem de e-mail, a filha de Cunha solicita pagamento de R$ 79.940,00, para pessoas que aturam na campanha de Eduardo Cunha, para o cargo de presidente da Câmara Federal. A defesa de Eduardo Cunha não quis comentar sobre as investigações. #Corrupção